PVBI11 já revelou quanto vai pagar de dividendos em julho; saiba o valor

PVBI11 já revelou quanto vai pagar de dividendos em julho; saiba o valor
PVBI11 já revelou quanto vai pagar de dividendos em julho. (Foto: Pexels/Daniel Dan)

O fundo imobiliário PVBI11 vai pagar R$ 0,40 por cota de rendimento pela competência de junho de 2026, valor que se repete desde abril. 

A distribuição está marcada para 7 de julho de 2026, e a data-base é 30 de junho de 2026, prazo até o qual o investidor precisa ter cotas para entrar na distribuição.

Esse valor rende um dividend yield mensal aproximado de 0,55% quando medido sobre a cotação de fechamento de junho, de R$ 73,20. 

Por serem pagos por um fundo imobiliário, os rendimentos do PVBI11 ficam isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que atendam à legislação.

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A distribuição encontra respaldo no resultado de maio, ainda que pressionado por itens pontuais. 

A receita total do mês foi de R$ 0,52 por cota e o resultado distribuível, de R$ 0,36 por cota, com dois efeitos não recorrentes de R$ 0,02 por cota cada, um referente a comissões de novas locações e outro a despesas imobiliárias de competências anteriores. 

O provento do mês anterior, também de R$ 0,40 por cota, foi pago em 8 de junho, e a gestão do fundo imobiliário PVBI11 pretende segurar esse nível até o fim do semestre. 

A reserva acumulada ficou em R$ 0,19 por cota, e a média dos últimos 12 meses foi de R$ 0,45 por cota.

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Vacância e composição da carteira do PVBI11

A ocupação é o dado que exige acompanhamento nos próximos meses. Em abril, a chegada de dois inquilinos, Aguassanta e CSL, ao ativo VOC baixou a vacância física de 18,5% para 17,1% e a financeira de 19,9% para 18,9%. 

O movimento, porém, tende a se inverter. Com a saída já anunciada do Banco ABC no ativo CJ, entre outras alterações, a projeção é de que a vacância do FII PVBI11 alcance 24,9% a partir de julho de 2026. 

Ainda assim, houve reajustes em 25.092 metros quadrados de ABL no mês, que somaram R$ 0,02 por cota à receita recorrente. Em 31 de maio, o fundo não registrava alavancagem, obrigação por aquisição de imóveis nem endividamento.

Toda a carteira está em São Paulo, distribuída em sete ativos com mais de 83 mil metros quadrados de ABL. 

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Somando os 49,5% do FL 4440 detidos via FII, os imóveis representam 97% do patrimônio líquido, e as posições táticas em outros fundos ficam em torno de 1,0%. Em padrão construtivo, 80% da carteira é classe AAA e 20% classe AA.

Entre os imóveis, o FL 4440 lidera com 33,4% do valor patrimonial e 24,1% da receita contratada, seguido pelo Park Tower, que tem peso maior na receita, com 28,2%, e 18,6% do valor patrimonial, e pelo CJ, com 11,5% e 13,7%, respectivamente. Vera Cruz, The One, VOC e Union FL completam o portfólio do fundo PVBI11.

A receita se concentra em instituição financeira (35%) e saúde (31%), com participações menores de gestora de recursos (7%), energia (4%) e indústria (3%), e tem como principais inquilinos a Prevent Senior (28%), o Banco ABC (9%), a Brasil Warrant (8%) e o UBS (8%).

Os contratos são todos típicos, reajustados por IPCA (71%), IGP-M (25%) e IPC-FIPE (4%). No mercado, o PVBI11 caiu 2,0% em maio e acumula -7,1% em 2026, com 13,3% desde o início, ou 2,2% ao ano, abaixo do IFIX (42,4% e 6,3% ao ano) e do CDI bruto (79,1% e 10,6% ao ano) no mesmo intervalo

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