O fundo imobiliário PVBI11 confirmou uma nova distribuição de R$ 0,40 por cota em dividendos, mantendo o mesmo patamar anunciado no mês anterior. 

O valor dos dividendos do PVBI11 será pago em 8 de junho de 2026 aos cotistas que estavam posicionados no fundo na data de corte de 29 de maio, último dia útil do mês.

A distribuição segue isenta de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme as regras previstas na legislação aplicável. Em relação à cotação atual de R$ 74,10, o dividendo representa um Dividend Yield mensal aproximado de 0,54%.

O valor anunciado em abril ficou abaixo da média distribuída pelo FII PVBI11 em meses anteriores, que foi de R$ 0,45 por cota. Ainda assim, o fundo encerrou o mês de abril com reserva acumulada de R$ 0,23 por cota.

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Ainda em abril, que foi o último resultado divulgado pelo fundo, ele registrou receita total de R$ 0,57 por cota e resultado distribuível de R$ 0,47 por cota. 

Parte desse desempenho foi influenciada por um efeito pontual, que foi a multa rescisória relacionada à saída da Julius Baer, que adicionou R$ 0,08 por cota ao resultado.

Portfólio do PVBI11 segue concentrado em imóveis corporativos de alto padrão

O fundo imobiliário PVBI11 possui uma carteira formada por 7 ativos imobiliários, todos localizados na região metropolitana de São Paulo. Somados, esses imóveis reúnem mais de 83 mil m² de ABL.

Considerando a participação de 49,5% no ativo FL 4440, adquirida pelo fundo por meio de um FII, a exposição do PVBI11 a imóveis chega a 97% do patrimônio líquido. 

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As demais posições em fundos imobiliários têm caráter tático e representam cerca de 1,0% do patrimônio líquido.

A carteira é majoritariamente composta por imóveis de classe AAA, que correspondem a 80% do portfólio. Os ativos de classe AA representam os 20% restantes.

Entre os principais imóveis, o FL4440 tem o maior peso patrimonial, com 33,4% do valor patrimonial do fundo e 24,6% da receita contratada. O Park Tower, por sua vez, representa 18,6% do valor patrimonial e responde por 27,7% da receita contratada.

O CJ corresponde a 11,5% do valor patrimonial e a 14,1% da receita contratada. Na sequência, aparecem o Vera Cruz, com 11,1% do valor patrimonial e 10,3% da receita contratada, e o The One, com participação de 9,2% no valor patrimonial e 9,3% na receita contratada.

Na competência de março, o fundo PVBI11 teve alterações pontuais em sua base de ocupação. A Fidessa deixou o ativo The One, enquanto a Mombak ingressou no VOC, com previsão de saída em julho.