SNID11 sobe quase 1% na contramão do IFIX em dia positivo para infraestrutura

SNID11 sobe quase 1% na contramão do IFIX em dia positivo para infraestrutura
SNID11 sobe quase 1% na contramão do IFIX em dia positivo para infraestrutura.(Foto: Pexels/Sergei Tokmakov

As cotas do SNID11 encerraram o pregão desta terça-feira cotadas a R$ 10,51, alta de 0,96%, desempenho superior ao do IFIX, principal índice de fundos imobiliários da B3, que recuou 0,26% no mesmo período.

O movimento reforça o interesse dos investidores por ativos ligados ao setor de infraestrutura, segmento que vem sendo beneficiado por uma combinação de investimentos públicos e privados em energia, logística, saneamento e transportes.

Nos últimos anos, o mercado de crédito de infraestrutura ganhou relevância com o aumento das emissões de debêntures incentivadas, utilizadas para financiar projetos considerados estratégicos para o crescimento econômico do país.

A expansão desses investimentos também ampliou o universo de ativos disponíveis para fundos especializados em infraestrutura, permitindo maior diversificação das carteiras e acesso a projetos de longo prazo.

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SNID11 pagará novos dividendos em julho

O FI-Infra SNID11 informou que distribuirá R$ 0,11 por cota em dividendos referentes ao desempenho de junho.

O pagamento está previsto para 24 de julho, enquanto a data-base para ter direito ao rendimento foi 15 de julho.

Considerando a cotação de fechamento do mês de junho, o provento corresponde a um dividend yield anualizado de 12,57%, ou 0,99% ao mês, conforme informações divulgadas pela Suno Asset.

Assim como ocorre com outros fundos imobiliários listados, os dividendos permanecem isentos de Imposto de Renda para investidores pessoas físicas, desde que cumpridos os requisitos legais.

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FI-Infra atingiu máxima histórica de retorno total e amplia vantagem

Nas últimas semanas, SNID11 alcançou uma nova máxima histórica quando avaliado por retorno total. Na sessão mais recente, as cotas encerraram a R$ 11,28, com alta diária de 0,80%, enquanto o IFIX registrou desempenho negativo no mesmo pregão, segundo a comunicação da gestora.

De acordo com dados da gestão, o retorno total acumulado desde o início das operações já supera 73%, consolidando desempenho acima dos principais índices de renda fixa e infraestrutura acompanhados pelo mercado.

A comparação considera a métrica que agrega a variação das cotas e todos os proventos distribuídos no intervalo, permitindo avaliar de forma abrangente a evolução do investimento.

A metodologia de total return é amplamente utilizada para mensurar o resultado efetivo de fundos com distribuição recorrente. Isso porque a abordagem incorpora o efeito dos rendimentos pagos ao longo do tempo, refletindo de maneira mais fiel a geração de valor do ativo

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foto: Vinícius Alves
Vinícius Alves
Jornalista

Jornalista formado na Faculdade Cásper Líbero. Com passagens pela Agência Estado e Editora Globo.

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