Lucro do VGHF11 salta 17,2% e FII paga dividendos de IPCA + 6,2% ao ano; veja valores

Lucro do VGHF11 salta 17,2% e FII paga dividendos de IPCA + 6,2% ao ano; veja valores
Lucro do VGHF11 salta 17,2% e FII paga dividendos de IPCA + 6,2% ao ano. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário VGHF11 apurou resultado de R$ 12,895 milhões em junho, alta de 17,2% sobre os R$ 10,998 milhões de maio. As receitas somaram R$ 14,514 milhões e as despesas ficaram em R$ 1,619 milhão.

A distribuição da competência foi de R$ 0,07 por cota, o equivalente a uma rentabilidade líquida de 10,5% ao ano, ou IPCA + 2,0% ao ano, sobre a cota patrimonial do fim de maio.

Na janela de 12 meses, os rendimentos do VGHF11 somaram R$ 0,89 por cota, o que representa 10,9% ao ano líquidos, ou IPCA + 6,2% ao ano sobre a mesma base.

A cota patrimonial, por outro lado, recuou R$ 0,15 no mês. O movimento reflete a desvalorização da carteira de FIIs, que acompanhou a queda de 1,21% do IFIX, somada à marcação a mercado negativa dos CRIs indexados ao IPCA, efeito da abertura das taxas de juros da NTN-B.

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O vencimento antecipado do CRI Manhattan no VGHF11

Entre os ativos em monitoramento, a decisão de maior peso envolveu o CRI Manhattan 161S, que representa 1,72% do patrimônio líquido. 

Como as negociações para dação em pagamento em ativos se mostraram improdutivas, a gestão decretou o vencimento antecipado da operação em meados de junho.

O procedimento abre caminho para a execução das garantias, cujo valor supera o saldo devedor do CRI. Por ora, a gestão do fundo imobiliário VGHF11 não prevê a necessidade de provisão para perda nesse investimento.

Os CRIs Selina seguem marcados a zero na carteira. Os demais ativos estão adimplentes e, segundo a gestão, o portfólio permanece saudável com base no trabalho de monitoramento das operações.

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As movimentações da carteira do VGHF11

Na carteira de VALOR não houve movimentações relevantes em junho, apenas o impacto da marcação dos papéis. Esse bloco passou a representar 52,7% dos ativos-alvo, ante 52,9% no mês anterior.

Já na carteira de RENDA, o FII VGHF11 vendeu toda a participação no CRI Tecnisa 397 e comprou posições adicionais nos CRIs João Dias e Helbor 86E. Com isso, o bloco subiu para 47,3% dos ativos-alvo, ante 47,1% em maio.

O fundo encerrou junho com 102,3% do patrimônio líquido em ativos-alvo, distribuídos em 133 papéis diferentes, num total investido de R$ 1,385 bilhão. 

Havia ainda R$ 43,8 milhões, ou cerca de 3,2% do PL, em operações compromissadas reversas de CRIs, a um custo médio de CDI + 0,84% ao ano, com os recursos líquidos aplicados em instrumentos de caixa.

A base de cotistas chegou a 368.182 investidores ao fim de junho, com liquidez média diária de R$ 2,5 milhões no mês para as cotas do VGHF11.

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