KNRI11, TGAR11 e DIVS11 são destaques do Bom Dia FIIs (4/1)

KNRI11, TGAR11 e DIVS11 são destaques do Bom Dia FIIs (4/1)
KNRI11, TGAR11 e DIVS11 são destaques do Bom Dia FIIs (4/1) - Foto: Pexels

Os fundos KNRI11, TGAR11 e DIVS11 são destaques do Bom Dia FIIs desta quarta-feira (4). Na terça (3), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.856,94 pontos, com alta de 0,1%, o que representa um avanço de 3,84 pontos em relação ao fechamento anterior.

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Na sessão da segunda-feira (2), o IFIX havia terminado o dia aos 3.853,10 pontos, com queda de 0,2% frente ao pregão anterior. Com o resultado desta terça, o índice voltou a operar acima do nível de 3.850 pontos no encerramento.

Durante o pregão, o índice oscilou entre a mínima de 3.853,10 pontos e a máxima de 3.860,07 pontos.

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KNRI11 vende ativo, lucra R$ 77 milhões e projeta alta no rendimento
TGAR11 apresenta novos dividendos para fevereiro; confira detalhes
DIVS11 mantém piso e paga R$ 1,20 por cota em fevereiro; veja quem recebe
Com venda da Ez Tower, BTHF11 registra ganho de R$ 46 milhões

Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

KNRI11 vende ativo, lucra R$ 77 milhões e projeta alta no rendimento

KNRI11 (Kinea Renda Imobiliária FII) concluiu em janeiro a venda do imóvel Jundiaí Industrial Park, conforme já havia sido informado em comunicado ao mercado. De acordo com o relatório gerencial do período, a operação resultou em um lucro de R$ 77 milhões para o fundo imobiliário.

Segundo a gestão, o ganho da transação permitirá um acréscimo recorrente estimado de R$ 0,07 por cota, o que levaria a distribuição mensal para R$ 1,10 por cota, considerando os pagamentos previstos a partir de março de 2026. A administração ressalta que o impacto decorre da reorganização do fluxo de caixa após a alienação do ativo.

De acordo com a gestão, a venda do Jundiaí Industrial Park faz parte do processo de reciclagem do portfólio, com foco na realização de valor de ativos considerados maduros. O lucro obtido será incorporado de forma recorrente à geração de caixa do fundo, refletindo diretamente na política de distribuição de rendimentos.

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TGAR11 apresenta novos dividendos para fevereiro; confira detalhes

O fundo imobiliário TGAR11 anunciou a distribuição de R$ 0,71 por cota em dividendos, com data-base em 30 de janeiro de 2026 e pagamento programado para 13 de fevereiro.

Considerando o valor de fechamento da cota em R$ 78,25, o rendimento mensal corresponde a um dividend yield de aproximadamente 0,91%. Como ocorre com os fundos imobiliários, os dividendos são isentos de imposto de renda para pessoas físicas, o que torna o retorno líquido diretamente creditado ao cotista.

No último mês, inclusive, o TGAR11 manteve a distribuição de R$ 1,00 por cota, o equivalente a um dividend yield mensal de 1,08%, ou 13,69% anualizado. No acumulado de 12 meses, o fundo distribuiu R$ 12,00 por cota, com yield de 14,76%. Ainda assim, a sinalização de maior cautela à frente acabou gerando pressão vendedora, sobretudo entre investidores mais focados em renda de curto prazo.

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DIVS11 mantém piso e paga R$ 1,20 por cota em fevereiro; veja quem recebe

FI-Infra DIVS11, sob gestão da Sparta, anunciou o pagamento de R$ 1,20 por cota em dividendos para fevereiro de 2026, com data-base em 30 de janeira. A data de distribuição está prevista para 13 de fevereiro. O total de rendimentos distribuídos na competência soma R$ 3,33 milhões, reforçando a consistência do fluxo ao cotista.

Com base na cotação de fechamento de R$ 104,75 em 30 de janeiro, o provento corresponde a um dividend yield mensal aproximado de 1,15%. A gestora confirmou a manutenção do piso de distribuição mensal em R$ 1,20 por cota ao longo de 2026, alinhado à estratégia de geração de caixa e ao cenário de juros prospectivo.

Em 2025, o DIVS11 entregou rentabilidade de 16,0%, superando o IDkA IPCA 5A, que avançou 13,0%, e a própria meta de IPCA 5A + 2,0%, ao alcançar IPCA 5A + 2,6%. A performance foi impulsionada pela gestão ativa, com táticas oportunas em um ambiente de spreads comprimidos e menor assimetria nas novas emissões. A atribuição de performance indica contribuição relevante de decisões de alocação e rotação de carteira.

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Com venda da Ez Tower, BTHF11 registra ganho de R$ 46 milhões

O fundo imobiliário BTHF11 informou, em relatório gerencial de janeiro de 2026, a venda do empreendimento corporativo Ez Tower, operação que resultou em ganho de capital de R$ 46 milhões. Segundo o documento, o resultado foi integralmente reconhecido no período e classificado pela gestão como um evento extraordinário.

De acordo com o relatório, a Ez Tower integrava a carteira de ativos reais do fundo e a alienação ocorreu no contexto da estratégia de gestão ativa, que prevê a rotação de ativos conforme as condições de mercado. O comunicado não detalha o comprador nem os termos contratuais da transação.

A gestão destaca que o ganho de capital contribuiu para o resultado do mês, que totalizou R$ 0,114 por cota, valor acima do patamar recorrente do fundo. Em função dos eventos extraordinários registrados no período, a distribuição mensal foi elevada de forma não recorrente.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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