VGIR11, PMLL11, AAZQ11 e SNEL11 são destaques do Bom Dia FIIs (29/4)

VGIR11, PMLL11, AAZQ11 e SNEL11 são destaques do Bom Dia FIIs (29/4)
VGIR11, PMLL11, AAZQ11 e SNEL11 são destaques do Bom Dia FIIs (29/4) (Foto: Pexels)

Os fundos imobiliários VGIR11, PMLL11, AAZQ11 e SNEL11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta quarta-feira (29). Na terça-feira (28), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.924,64 pontos, com leve recuo de 0,29 ponto, o equivalente a -0,01% em relação ao fechamento anterior.

Entre os fundos imobiliários mais negociados do pregão, o destaque ficou com o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário), que avançou 0,30%. Na sequência apareceu o GARE11 (Guardian Logística), com queda de 0,24%.

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VGIR11 gira carteira, vende R$ 41 milhões em CRIs e mantém 94% do patrimônio alocado
PMLL11 prepara venda de fatia em shopping por R$ 159,5 mi com lucro de R$ 0,94 por cota
AAZQ11 aumenta dividendos com retorno de 111% do CDI; veja os resultados
SNEL11: crise de liquidez no mercado livre de energia reforça contratos de longo prazo

Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

VGIR11 gira carteira, vende R$ 41 milhões em CRIs e mantém 94% do patrimônio alocado

O fundo imobiliário VGIR11 (Valora CRI CDI Fundo de Investimento Imobiliário) encerrou março de 2026 com movimentações na carteira de crédito imobiliário.

No período, o fundo imobiliário vendeu R$ 41,2 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), comprou R$ 29,4 milhões em novas posições e terminou o mês com 94,4% do patrimônio líquido alocado nesses ativos, segundo relatório gerencial. De acordo com o documento, as vendas realizadas no mês geraram ganho de capital.

O VGIR11 fechou março com 56 operações de CRI e total de R$ 1,3348 bilhão investido nesses papéis. Os recursos líquidos remanescentes estavam aplicados em instrumentos de caixa.

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PMLL11 prepara venda de fatia em shopping por R$ 159,5 mi com lucro de R$ 0,94 por cota

O fundo imobiliário PMLL11 (Patria Malls) informou ao mercado que assinou, em 24 de abril, Memorandos de Entendimentos (MOU) para vender integralmente sua participação de 40% no Shopping Park Sul, em Volta Redonda (RJ), por R$ 159,528 milhões.

Caso a transação seja concluída, parte do pagamento será feita por meio da entrega ao fundo imobiliário de uma participação adicional de 8,56% no Shopping Taboão, em Taboão da Serra (SP), avaliada em R$ 84,095 milhões. Com isso, a participação total do PMLL11 (Patria Malls) no empreendimento poderá passar para 16,56%.

Os outros R$ 75,433 milhões serão pagos em dinheiro. Desse total, R$ 36,629 milhões serão quitados na assinatura da escritura definitiva, enquanto R$ 38,803 milhões serão parcelados em quatro pagamentos semestrais corrigidos pelo IPCA, com vencimentos entre 12 e 30 meses após o fechamento.

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AAZQ11 aumenta dividendos com retorno de 111% do CDI; veja os resultados

O Fiagro AAZQ11 encerrou o mês de março com desempenho acima do mês anterior, distribuindo R$ 0,110 por cota em dividendos — alta de 4,8% em relação aos R$ 0,105 pagos em fevereiro.

O rendimento representa um dividend yield mensal de 1,51%, ou 16,3% ao ano, equivalente a 111% do CDI, afirma a gestora em seu último relatório gerencial divulgado. Receberam os rendimentos do AAZQ11 os investidores posicionados no fundo até a data-base de 31 de março.

O resultado também avançou no mês. O lucro contábil apurado em março foi de R$ 2,77 milhões, alta de 21% frente aos R$ 2,28 milhões registrados em fevereiro. O lucro contábil por cota subiu de R$ 0,0948 para R$ 0,1153 no período.

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SNEL11: crise de liquidez no mercado livre de energia reforça contratos de longo prazo

O mercado livre de energia elétrica no Brasil atravessa um momento de forte pressão em 2026, com sinais claros de restrição de liquidez e aumento relevante de preços — cenário que coloca em evidência modelos alternativos de geração e contratação, como o adotado pelo SNEL11. Em abril, os contratos mensais registraram alta de 21,3%, segundo dados da BBCE, refletindo um ambiente de oferta limitada e reservatórios hidrelétricos abaixo da média histórica.

A combinação entre menor disponibilidade hídrica e escassez de contratos estruturados de médio e longo prazo tem elevado a exposição de consumidores ao mercado spot — especialmente empresas industriais e comerciais que migraram recentemente para o ambiente livre.

Em meio a esse cenário, entidades do setor passaram a classificar a situação como crítica. Em manifesto conjunto divulgado em 27 de abril, associações como Abraceel, Abiape, Abrace, Anace e a Frente Nacional dos Consumidores de Energia alertaram para a deterioração das condições de negociação.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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