BTLG11 eleva lucro pelo 4º mês seguido e mantém baixa vacância; veja valores

BTLG11 eleva lucro pelo 4º mês seguido e mantém baixa vacância; veja valores
BTLG11 eleva lucro pelo 4º mês seguido e mantém baixa vacância

O fundo imobiliário BTLG11 apurou resultado de R$ 57,98 milhões em julho de 2026, acima dos R$ 55,52 milhões de junho, no quarto mês seguido de crescimento do lucro. Por cota, o resultado chegou a R$ 0,82, enquanto a distribuição permaneceu em R$ 0,81.

A receita do mês somou R$ 36,44 milhões, praticamente estável ante os R$ 36,27 milhões do período anterior. Desse total, R$ 37,90 milhões vieram das locações, parcialmente compensados por R$ 1,46 milhão em descontos, com NOI de R$ 34,85 milhões.

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O resultado financeiro também pesou nas contas do fundo imobiliário BTLG11, somando R$ 31,81 milhões em julho, entre R$ 16,48 milhões de rendimentos de caixa e R$ 16,74 milhões de FIIs e CRIs, ante despesas financeiras de R$ 1,41 milhão.

Os dividendos do BTLG11 no mês

Os dividendos totalizaram R$ 56,21 milhões, ou R$ 0,81 por cota, patamar repetido pelo quinto mês seguido, após R$ 0,80 em janeiro e fevereiro e R$ 0,79 nos últimos cinco meses de 2025.

Sobre o preço de mercado de R$ 100,81 por cota usado no relatório, os dividendos do BTLG11 correspondem a um dividend yield anualizado de 9,9%.

O fundo encerrou julho com R$ 908,35 mil em resultado acumulado, ou R$ 0,01 por cota. No balanço, o patrimônio líquido alcançou R$ 7,58 bilhões, com R$ 5,45 bilhões em imóveis, R$ 1,70 bilhão em caixa e R$ 603,43 milhões em outros FIIs. A cota patrimonial terminou em R$ 106,86.

A vacância e a carteira do BTLG11

O portfólio do FII BTLG11 apresentava vacância de 2% em julho, com a maior parte dos imóveis integralmente ocupada e os espaços disponíveis concentrados nos ativos de Embu, Santo André, Cabreúva e Campinas II.

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A carteira estava fortemente concentrada em São Paulo, que representava 92% da ABL. Pela receita, 38% dos ativos estavam num raio de 30 quilômetros de São Paulo e outros 38% num raio de até 60 quilômetros.

O portfólio mantinha predominância de imóveis logísticos, com 95% da ABL, e os contratos típicos respondiam por 66% das receitas, ante 34% dos atípicos, com 97% dos contratos indexados ao IPCA.

Entre os locatários de maior participação estavam Assaí, com 8%, DHL, Unilever e Ceva, com 6% cada, além de Amazon, Luft e Nestlé, com 4% cada, sendo que os 20 maiores inquilinos concentravam 67% da receita.

Ao fim de julho, o fundo reunia 34 imóveis e cerca de 1,4 milhão de metros quadrados de ABL, com estrutura pouco alavancada, saldo devedor de R$ 144,9 milhões em CRIs e LTV de 1,9% no BTLG11.

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