BBIG11 mantém dividendos, movimenta R$ 21,4 milhões e registra ocupação acima de 98%

BBIG11 mantém dividendos, movimenta R$ 21,4 milhões e registra ocupação acima de 98%
Shoppings. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário BBIG11 manteve em maio o ritmo de distribuição de rendimentos aos cotistas e encerrou o mês com R$ 21,4 milhões em volume financeiro negociado, reforçando a liquidez das cotas no mercado.

Ao longo do período, foram registradas mais de 43 mil negociações, enquanto a base de investidores permaneceu estável em 38.077 cotistas.

O fundo distribuiu R$ 0,07 por cota, patamar equivalente a um dividend yield mensal de 1,02%. Segundo a gestora, o rendimento correspondeu a 95,2% do CDI líquido de Imposto de Renda, ou 112% do CDI em base bruta (gross up) quando comparado a aplicações tributadas à alíquota de 15%.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/1180x300-1.jpg

Em maio, o BBIG11 registrou resultado líquido de R$ 1,824 milhão. A gestão atribui esse desempenho ao processo de redução gradual da alavancagem do fundo e ao ganho de capital obtido com a venda parcial de cotas do XPML11.

As receitas imobiliárias somaram R$ 5,9 milhões, impulsionadas pela geração de caixa dos shoppings Pátio Paulista, Pátio Higienópolis e RioSul, além de aproximadamente R$ 1,08 milhão em receitas financeiras provenientes de juros de operações e rendimentos de aplicações em fundos imobiliários.

As despesas financeiras alcançaram R$ 5,2 milhões, refletindo principalmente os juros e amortizações dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) utilizados na estrutura de antecipação de recebíveis dos empreendimentos.

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

Fundo imobiliário BBIG11: gestão prevê melhora gradual da estrutura financeira

Além da geração recorrente de caixa, o fundo registrou um ganho de capital de R$ 127 mil com a venda parcial da posição em cotas do XPML11.

Segundo a gestão, esse movimento faz parte da estratégia de fortalecimento da estrutura financeira e deve contribuir para a redução gradual da alavancagem ao longo do semestre.

No operacional, os ativos do portfólio continuaram apresentando indicadores robustos. A taxa média de ocupação permaneceu acima de 98%, enquanto a margem operacional (NOI) seguiu superior a 93% na média do ano, refletindo a capacidade dos empreendimentos de manter elevada geração de caixa.

De acordo com a gestora, a combinação entre alta ocupação, eficiência operacional e estabilidade dos fluxos de aluguel tem permitido preservar a distribuição de rendimentos, mesmo em um ambiente de custos financeiros ainda elevados.

Tags
Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça.
foto: Vinícius Alves
Vinícius Alves
Jornalista

Jornalista formado na Faculdade Cásper Líbero. Com passagens pela Agência Estado e Editora Globo.

notícias relacionadas últimas notícias