RBVA11 lucra R$ 21 milhões e avança em compra milionária de imóveis no RJ e em SP

RBVA11 lucra R$ 21 milhões e avança em compra milionária de imóveis no RJ e em SP
RBVA11 lucra R$ 21 milhões e avança em compra milionária de imóveis no RJ e em SP

O fundo imobiliário RBVA11 encerrou janeiro com um lucro líquido de R$ 21,048 milhões, desempenho inferior ao registrado em dezembro, quando o resultado havia alcançado R$ 24,698 milhões. 

No período mais recente, o resultado imobiliário do RBVA11 somou R$ 23,093 milhões, enquanto o resultado financeiro foi positivo em R$ 627 mil. As despesas totais do mês ficaram em R$ 2,672 milhões.

O fundo manteve a distribuição mensal em R$ 0,09 por cota, o que corresponde a um montante total de R$ 14,052 milhões pagos aos cotistas. 

Segundo a gestão, a manutenção desse patamar integra a estratégia de linearização dos dividendos do RBVA11 ao longo do semestre.

Entre os eventos não recorrentes que impactaram o resultado de janeiro, destacam-se dois recebimentos relevantes. 

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O primeiro refere-se à última parcela relacionada à devolução de imóveis da Caixa, no valor de R$ 12.699.254,37, operação que gerou lucro de R$ 7.070.438,90. 

O segundo corresponde à indenização paga pelo Santander pela devolução de um imóvel localizado em Curitiba, totalizando R$ 1,75 milhão.

Para o primeiro semestre de 2026, o fundo imobiliário RBVA11 projeta um resultado recorrente em torno de R$ 0,076 por cota. Ainda assim, a distribuição mensal deve permanecer próxima de R$ 0,09 por cota.

A gestão ressalta que as estimativas consideram o cenário atual e a premissa de estabilidade das demais variáveis, não configurando garantia de rentabilidade futura.

Nova emissão e compra de imóveis do RBVA11

O FII RBVA11 deu início à sua 6ª emissão de cotas, movimento que visa viabilizar a aquisição de um portfólio composto por três ativos. 

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A estratégia busca aumentar a diversificação de inquilinos, setores e regiões, além de marcar a entrada do fundo no segmento de polos gastronômicos (food hall). 

O racional da operação está relacionado à aquisição de imóveis com taxa de capitalização superior à taxa implícita atual do fundo, elevando a geração de renda recorrente e aumentando a participação de contratos atípicos na carteira.

No contexto dessa oferta, e conforme já sinalizado em fato relevante divulgado em 6 de janeiro de 2026, o fundo RBVA11 firmou Instrumento Particular de Compromisso de Compra e Venda para potencial aquisição de dois imóveis pelo valor total de R$ 86,4 milhões, com cap rate médio estimado em 12,3% ao ano.

Um dos ativos está localizado no Rio de Janeiro (RJ) e encontra-se locado à Estácio por meio de contrato atípico. O outro fica em São Paulo (SP), alugado à PBKids, também sob contrato atípico. 

A efetivação das aquisições do RBVA11 depende do cumprimento das condições precedentes estabelecidas no compromisso, incluindo diligências jurídicas, técnicas e ambientais, além das aprovações internas necessárias. 

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