IFIX cai 0,56% e fecha aos 3.741 pontos nesta terça-feira; ARRI11 desaba quase 10%

IFIX cai 0,56% e fecha aos 3.741 pontos nesta terça-feira; ARRI11 desaba quase 10%
Imagem gerada por IA

O IFIX encerrou o pregão desta terça-feira (1º) em 3.741,80 pontos, com queda de 0,56%. O indicador recuou 20,99 pontos em relação ao fechamento anterior.

Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.737,89 pontos e a máxima de 3.763,15 pontos. O fechamento ocorreu 3,91 pontos acima da mínima do dia.

Na comparação com o fechamento anterior, de 3.762,79 pontos, o IFIX terminou o pregão em baixa. A faixa de negociação dos últimos 52 semanas está entre 3.469,47 e 3.944,38 pontos.

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CPTS11 lidera negócios

Entre os FIIs mais negociados no pregão, o CPTS11 (Capitania Securities II FII) movimentou 2,27 milhões de cotas e caiu 0,67%, enquanto o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) teve volume de 1,87 milhão de cotas negociadas e subiu 0,77%. O XPSF11 (XP Selection Fundo de Fundos FII) movimentou 1,74 milhão de cotas negociadas e avançou 2,03%.

Na sequência, o MXRF11 (Maxi Renda FII) registrou 1,64 milhão de cotas negociadas e alta de 0,33%, e o MCRE11 (Maua Capital Real Estate FII) somou 1,04 milhão de cotas negociadas e caiu 3,05%.

O sobe-e-desce dos FIIs

O GZIT11 (Gazit Malls FII) apresentou a maior alta do pregão, com avanço de 4,36%. A cota subiu R$ 1,54 e encerrou as negociações a R$ 36,21.

Na segunda posição entre as maiores altas, o BRCR11 (BTG Pactual Corporate Office Fund) avançou 2,04%. A cota ganhou R$ 0,82 no dia e fechou a R$ 41,03.

Entre as maiores quedas, o ARRI11 (Átrio Reit Recebíveis Imobiliários FII) recuou 9,45%, pior desempenho do pregão. A cota perdeu R$ 0,45 e terminou o dia a R$ 4,31.

O TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logística FII) registrou a segunda maior baixa, de 5,38%. A cota caiu R$ 2,66 e encerrou o pregão a R$ 46,80.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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