IFIX fecha em leve queda após renovar máxima histórica no pregão anterior

IFIX fecha em leve queda após renovar máxima histórica no pregão anterior
IFIX fecha em leve queda após renovar máxima histórica no pregão anterior (Foto: Pixabay)

O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (22) aos 3.939,93 pontos, com recuo de 1,69 ponto em relação ao fechamento anterior. A variação diária foi de -0,04%.

Na sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.936,97 pontos e a máxima de 3.944,38 pontos. A abertura ocorreu em 3.941,80 pontos.

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Apesar da leve baixa desta quarta-feira, o IFIX segue próximo das máximas recentes. No pregão anterior, o índice registrou o maior fechamento da série histórica, aos 3.941,62 pontos.

Destaques do dia

Entre os destaques positivos do dia, o BROF11 (BRPR Corporate Offices) liderou os ganhos, com valorização de 2,18%, encerrando cotado a R$ 61,84. Na sequência, o ARRI11 (Átrio REIT Recebíveis Imobiliários) avançou 1,81%, com fechamento em R$ 6,19.

Do lado das perdas, o URPR11 (Urca Prime Renda) registrou a maior baixa da sessão, ao recuar 2,55%, terminando o dia negociado a R$ 32,65. A segunda maior queda entre os fundos imobiliários ficou com o AZPL11 (AZ Quest Panorama Logística) , que caiu 1,30%, com cotação de R$ 7,64.

HFOF11 lidera negócios

Entre os FIIs mais negociados do pregão, o HFOF11 (Hedge Top FOFII 3) liderou, com volume de 2,15 milhões e alta de 0,15%. Na sequência apareceram o GARE11 (Guardian Real Estate), com volume de 1,18 milhão e valorização de 0,47%, e o MXRF11 (Maxi Renda), também com 1,18 milhão em volume, com queda de 0,30%.

Completaram a lista dos cinco FIIs mais negociados do dia o KNSC11 (Kinea Securities), com volume de 975,69 mil e avanço de 1,31%, e o GGRC11 (GGR Covepi Renda), com volume de 902,51 mil e recuo de 0,29%.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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