IFIX fecha sexta-feira em alta de 0,3%, mas encerra semana no vermelho

IFIX fecha sexta-feira em alta de 0,3%, mas encerra semana no vermelho
IFIX fecha sexta-feira em alta de 0,3%, mas encerra semana no vermelho (Foto: Pexels)

O IFIX encerrou o pregão desta sexta-feira (12) em 3.814,03 pontos, com alta de 0,3%, o equivalente a um avanço de 11,40 pontos em relação ao fechamento anterior. O indicador voltou a fechar acima dos 3.810 pontos.

Ao longo do dia, o principal índice de fundos imobiliários da Bolsa oscilou entre a mínima de 3.802,65 pontos e a máxima de 3.814,60 pontos. A abertura ocorreu em 3.802,65 pontos, mesmo patamar da mínima registrada no pregão.

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Apesar da valorização desta sexta-feira, o IFIX encerrou a semana em queda. Na comparação com o fechamento da sexta-feira anterior (5), quando o índice terminou aos 3.848,37 pontos, houve recuo de 34,34 pontos, o que representa uma desvalorização de 0,89% no período.

GARE11 movimenta R$ R$ 1,59 milhão

Entre os fundos mais ativos do dia, o destaque foi o GARE11 (Guardian Logística), que registrou volume de R$ 1,59 milhão e recuou 0,49%. Na sequência apareceram o GGRC11 (GGR Covepi Renda), com volume de R$ 1,42 milhão e alta de 0,40%; e o CPTS11 (Capitania Securities II), com R$ 1,14 milhão e queda de 0,53%.

Também foram destaques os fundos imobiliários MXRF11 (Maxi Renda), com R$ 1,12 milhão e baixa de 0,51%; e CPSH11 (Capitania Shoppings), com volume de R$ 1,06 milhão e recuo de 0,50%.

Maiores altas e baixas entre os FIIs

O CACR11 (AF Invest Recebíveis Imobiliários) liderou os ganhos do pregão desta sexta-feira. As cotas do fundo avançaram 4,74%, encerrando as negociações cotadas a R$ 22,15.

Do lado das perdas, o CCME11 (Canuma Capital Multiestratégia) apresentou a maior queda da sessão. O fundo recuou 2,68%, com fechamento a R$ 8,70.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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