IFIX sobe 0,62% e fecha pregão de terça-feira aos 3.700 pontos

IFIX sobe 0,62% e fecha pregão de terça-feira aos 3.700 pontos
IFIX sobe 0,62% e fecha pregão de terça-feira aos 3.700 pontos (Foto: Pexels/Sergei Tokmakov)

O IFIX encerrou o pregão desta terça-feira (25) em 3.700,71 pontos, com alta de 0,62%, equivalente a um avanço de 22,73 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.677,98 pontos.

O índice de fundos imobiliários abriu o dia em 3.678,02 pontos, que também marcou a mínima da sessão, e alcançou 3.703,46 pontos na máxima. Assim, a diferença entre a mínima e a máxima do pregão foi de 25,44 pontos.

No fechamento, o IFIX ficou 2,75 pontos abaixo da máxima do dia. A pontuação desta terça-feira permaneceu entre a mínima de 52 semanas, de 3.432,30 pontos, e a máxima do período, de 3.944,38 pontos.

MXRF11 lidera negócios

Entre os fundos imobiliários com maior volume financeiro no pregão, o MXRF11 (Maxi Renda) movimentou 2,32 milhões de cotas e subiu 0,33%. O GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) teve volume de 2,16 milhões de cotas negociadas e avançou 1,11%, enquanto o BTHF11 (BTG Pactual Real Estate Hedge Fund) movimentou 1,06 milhão de cotas e registrou alta de 2,96%.

Na sequência, o GARE11 (Guardian Logística) movimentou 799,82 mil cotas e subiu 0,36%, e o TRXF11 (TRX Real Estate) teve 716,46 mil cotas negociadas e avançou 0,4%.

Entre as maiores quedas apresentadas no pregão, o GZIT11 (Gazit Malls) recuou 2,84%, com desvalorização de R$ 1,04 por cota. O fundo terminou as negociações cotado a R$ 35,56. Na sequência, o MCRE11 (Mauá Capital Real Estate) caiu 2,3%, correspondente a uma baixa de R$ 0,19 por cota, e encerrou o pregão a R$ 8,19.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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