IFIX fecha segunda em queda de 0,11%, aos 3.677,98 pontos

IFIX fecha segunda em queda de 0,11%, aos 3.677,98 pontos
Imagem gerada por IA

O IFIX encerrou o pregão desta segunda-feira (24) aos 3.677,98 pontos, com queda de 0,11%, equivalente a um recuo de 4,18 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.682,16 pontos.

Durante a sessão, o índice de fundos imobiliários atingiu a máxima de 3.687,16 pontos e a mínima de 3.671,20 pontos. A abertura ocorreu aos 3.682,16 pontos.

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Na comparação com o intervalo das últimas 52 semanas, o fechamento ficou entre a mínima de 3.430,10 pontos e a máxima de 3.944,38 pontos registradas no período.

GGRC11 lidera negócios

Entre os fundos imobiliários mais negociados do dia, o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária) movimentou 3,16 milhões de cotas e caiu 0,66%, enquanto o MXRF11 (Maxi Renda) teve volume de 2,78 milhões de cotas e recuou 0,65%.

O GARE11 (Guardian Real Estate) movimentou 1,04 milhão de cotas, com queda de 0,12%; o TRXF11 (TRX Real Estate) registrou 976,09 mil cotas negociadas e caiu 1,60%; e o CPTS11 (Capitânia Securities II) teve volume de 895,68 mil cotas negociadas e avançou 0,27%.

O sobe-e-desce dos FIIs

Entre as maiores altas do pregão, o CACR11 (Cartesia Recebíveis Imobiliários) liderou os ganhos, com valorização de 6,19%, equivalente a R$ 0,95, e encerrou as negociações cotado a R$ 16,48. Na sequência, o WHGR11 (WHG Real Estate) apresentou alta de 4,10%, correspondente a R$ 0,34, com preço de fechamento de R$ 8,64.

No lado das quedas, o TRBL11 (Tellus Rio Bravo Renda Logística) registrou a maior baixa do dia, com recuo de 3,56%, equivalente a R$ 1,66, encerrando o pregão cotado a R$ 45,09. Logo atrás, o TGAR11 (TG Ativo Real) caiu 2,39%, correspondente a R$ 1,05, e terminou a sessão cotado a R$ 42,85, completando a lista dos dois fundos com maior desvalorização percentual no pregão desta segunda-feira.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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