KFOF11: fundo imobiliário lucra R$ 5,58 milhões; veja carteira atual do FII

KFOF11: fundo imobiliário lucra R$ 5,58 milhões; veja carteira atual do FII
KFOF11: fundo imobiliário lucra R$ 5,58 milhões; veja carteira atual do FII

O fundo imobiliário KFOF11 encerrou maio com resultado de R$ 5,586 milhões, superando levemente os R$ 5,132 milhões registrados em abril. 

A composição das receitas no período teve como principal origem os investimentos em FIIs, que somaram R$ 4,721 milhões. As receitas financeiras do KFOF11 chegaram a R$ 1 milhão, enquanto as receitas provenientes de CRIs totalizaram R$ 383 mil.

Com esse desempenho, o KFOF11 anunciou rendimento de R$ 0,80 por cota, com pagamento previsto para 15 de junho de 2026. Segundo o relatório, o resultado gerado em abril foi de R$ 0,81 por cota.

O fundo também informou que conta com reserva de resultados de R$ 0,76 por cota, montante que pode ser utilizado para suavizar a distribuição de rendimentos do KFOF11 nos próximos períodos. 

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A projeção da gestão é manter os pagamentos no intervalo entre R$ 0,75 e R$ 0,85 por cota no primeiro semestre de 2026, tendo R$ 0,80 por cota como valor-base.

Carteira do KFOF11 segue concentrada em cotas de FIIs

Ao fim de maio, a carteira do fundo imobiliário KFOF11 permanecia majoritariamente exposta a fundos imobiliários. Cerca de 78,7% dos ativos estavam alocados em cotas de FIIs, distribuídas entre diferentes estratégias.

Na divisão por tipo de ativo, os FIIs representavam 78,8% do portfólio. A posição em caixa correspondia a 13,3%, enquanto os CRIs tinham participação de 4,6%. As LCIs completavam a carteira, com fatia de 3,3%.

Quando observada pela estratégia de alocação, a carteira do FII KFOF11 tinha maior peso na estratégia imobiliária, responsável por 50,4% do portfólio. Essa frente reúne ativos com qualidade imobiliária e perfil de longo prazo. 

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A estratégia tática, voltada a posições com potencial de retorno em horizontes de curto e médio prazo, representava 33,0%. Já a parcela em caixa era de 16,6%.

Na segmentação por categoria, a maior exposição estava em FIIs de CRI, com 21,8% da carteira. Na sequência, apareciam shoppings e varejo, com 17,8%, caixa, com 13,3%, e logística, com 11,7%.

O portfólio também contava com posições em escritórios, que respondiam por 10,2%, multiestratégia, com 6,6%, residencial, com 5,4%, e renda urbana, com 5,2%. Além disso, havia alocações diretas em CRI, com 4,6%, e LCI, com 3,3%.

No mercado secundário, as cotas do KFOF11 foram negociadas em todos os pregões da B3 durante maio. O volume financeiro total alcançou R$ 26,76 milhões.

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