SNFZ11 tem ativos em Mato Grosso, líder na exportação de soja e milho no 1S26
O agronegócio de Mato Grosso voltou a reforçar sua posição como principal motor da produção agrícola brasileira no primeiro semestre de 2026. Impulsionado por uma safra recorde, o estado liderou as exportações nacionais de soja e milho, consolidando um cenário favorável para ativos ligados ao agronegócio, como o SNFZ11, que possui fazendas arrendadas na região.
Levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea) mostra que Mato Grosso embarcou 24,06 milhões de toneladas de soja entre janeiro e junho, volume 5,1% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. O resultado representa cerca de 35% de toda a soja exportada pelo Brasil, que alcançou um recorde de 69,58 milhões de toneladas no semestre.
O desempenho foi sustentado pela elevada oferta da safra 2025/26, considerada uma das maiores da história. Apesar da redução nas compras pela China, principal destino da soja brasileira, o avanço da demanda de outros mercados internacionais compensou esse movimento e manteve o ritmo das exportações.
No milho, Mato Grosso também permaneceu na liderança nacional. O estado respondeu por 57,5% das exportações brasileiras do cereal, com cerca de 24,35 milhões de toneladas embarcadas, enquanto o Brasil exportou mais de 42 milhões de toneladas na temporada.
Esse ambiente acompanha de perto a estratégia do SNFZ11, que concentra parte relevante de seus ativos em propriedades agrícolas localizadas em Mato Grosso, uma das regiões mais competitivas do país para a produção de grãos.
Etanol de milho amplia demanda e fortalece mercado agrícola
Além do avanço nas exportações, Mato Grosso vem se consolidando como o principal polo brasileiro da produção de etanol de milho. Atualmente, cerca de um quarto da safra estadual deixa de seguir diretamente para exportação e passa a ser processado localmente na fabricação de biocombustíveis e coprodutos destinados à alimentação animal.
A expansão da indústria de etanol aumenta a demanda doméstica pelo cereal, reduz a dependência exclusiva do mercado externo e cria novas alternativas de comercialização para os produtores rurais.
O movimento também contribui para dar maior previsibilidade à cadeia agrícola, especialmente em períodos de maior oferta decorrentes da segunda safra, conhecida como safrinha.
Embora o SNFZ11 não invista diretamente em usinas de etanol, a valorização da atividade agrícola nas regiões onde estão localizadas suas fazendas tende a fortalecer o mercado de terras e a atratividade dos ativos rurais no longo prazo.
Safrinha de MT sustenta a tese do SNFZ11
Segundo a Conab, o milho safrinha responde por cerca de 75% da produção brasileira, resultado de avanços tecnológicos, melhoramento genético e expansão do plantio direto. Essa evolução elevou produtividade e diluiu custos, reduzindo riscos associados à sazonalidade e fortalecendo o fluxo de caixa do produtor.
Nesse contexto, as propriedades do SNFZ11 em Gaúcha do Norte estão posicionadas para capturar a expansão da safrinha. Contratos como o firmado com a Jequitibá Agro, que assegura aproximadamente 25% da produção das áreas vinculadas, reforçam a previsibilidade operacional. A combinação entre terras, produção e exposição ao milho safrinha sustenta a tese de longo prazo do fundo, que reúne cerca de 13 mil cotistas e segue atento às oportunidades do ciclo agrícola.