URPR11 e TGAR11 sobem; IFIX avança 0,38%, próximo dos 3.800 pontos

URPR11 e TGAR11 sobem; IFIX avança 0,38%, próximo dos 3.800 pontos
URPR11 e TGAR11 sobem; IFIX avança 0,38%, próximo dos 3.800 pontos (Foto: Pexels/Mikhail Nilov)

O IFIX encerrou o pregão desta quinta-feira (25) em 3.795,40 pontos, com alta de 0,38%, avanço de 14,31 pontos em relação ao fechamento anterior. Com o resultado, o indicador voltou a se aproximar da marca dos 3.800 pontos.

Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.781,09 pontos, registrada na abertura, e a máxima de 3.795,40 pontos, alcançada no encerramento do pregão. Após a abertura, o IFIX permaneceu acima do fechamento anterior durante praticamente toda a sessão.

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SNEL11 movimenta R$ 5,13 milhões

Entre os fundos mais negociados do dia, o SNEL11 (Suno Energias Limpas) liderou o volume financeiro, com R$ 5,13 milhões movimentados e alta de 0,12%. Na sequência apareceram o MXRF11 (Maxi Renda), com R$ 2,47 milhões negociados e queda de 0,44%; e o GARE11 (Guardian Real Estate), com R$ 1,31 milhão e recuo de 0,25%.

Outros destaques do pregão desta quinta-feira foram o GGRC11 (GGR Covepi Renda), com R$ 1,28 milhão e baixa de 0,10%; e o CPTS11 (Capitania Securities II), que movimentou R$ 905,74 mil e avançou 0,95%.

O sobe-e-desce dos FIIs

O URPR11 (Urca Prime Renda) liderou os ganhos do pregão ao subir 4%, encerrando o dia cotado a R$ 23,29. Na segunda posição entre as maiores altas, o TGAR11 (TG Ativo Real) avançou 3,42%, fechando o pregão negociado a R$ 54,50.

No lado das perdas, o VILG11 (Vinci Logística) registrou a maior queda do dia, com recuo de 2,09%, terminando a sessão cotado a R$ 90,80. Já o CACR11 (AF Invest Recebíveis Imobiliários) teve a segunda maior baixa do pregão, ao cair 1,55%, encerrando as negociações a R$ 24,80.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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