XPCI11 fatura R$ 8,137 milhões e dividendos rendem 12,97% ao ano; veja valor

XPCI11 fatura R$ 8,137 milhões e dividendos rendem 12,97% ao ano; veja valor
XPCI11 fatura R$ 8,137 milhões e dividendos rendem 12,97% ao ano. Foto: Unsplash

O fundo imobiliário XPCI11 encerrou janeiro com resultado de R$ 7,507 milhões, número inferior ao observado em dezembro, quando havia registrado R$ 8,049 milhões. No período, as receitas totalizaram R$ 8,137 milhões, enquanto as despesas ficaram em R$ 629,3 mil.

Com base nesse resultado, o fundo efetuou a distribuição de R$ 0,88 por cota em rendimentos no dia 13 de fevereiro de 2026, contemplando apenas os investidores posicionados em 30 de janeiro. 

O valor dos dividendos do XPCI11 corresponde a um dividend yield anualizado de 12,97%, considerando a cota de fechamento de janeiro. 

Ao aplicar o gross-up de 15% referente à tributação, o retorno anualizado dos rendimentos do XPCI11 alcança 15,41%.

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Dentre as últimas alocações, o XPCI11 movimentou aproximadamente R$ 21 milhões em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) ao longo de janeiro, tanto no mercado primário quanto no secundário. 

Carteira atual do fundo imobiliário XPCI11

Ao fim do mês, o portfólio somava 45 CRIs, além de duas debêntures e sete cotas de outros FIIs, com cerca de R$ 785 milhões investidos na estratégia principal. 

O fundo imobiliário XPCI11 mantinha R$ 13,9 milhões em instrumentos de liquidez, destinados ao pagamento de despesas e ao aproveitamento de oportunidades táticas de investimento.

A gestão reforça que a estratégia permanece centrada na construção de um portfólio pulverizado, com diversificação entre ativos e indexadores. 

O foco está na originação e estruturação própria das operações, o que, segundo o FII, embute prêmios nas taxas contratadas. 

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Essa estratégia abre espaço para captura de ganho de capital em negociações no mercado secundário, principalmente em momentos de movimentação nas curvas de juros e nos spreads de crédito.

O portfólio do FII XPCI11 mantém forte concentração em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), que representam 88,97% do total de ativos. 

A alocação restante está distribuída entre cotas de FIIs (8,82%), liquidez (1,77%) e debêntures (0,44%).

Por setor, a carteira apresenta maior exposição ao varejo alimentício, que responde por 32% dos ativos. Na sequência aparecem os segmentos de incorporação vertical (16%) e shoppings (12%). 

Os setores de saúde e “outros” concentram, cada um, 10% do portfólio do XPCI11, enquanto lajes corporativas representam 8%. A fatia destinada ao setor industrial soma 6%, seguida por combustíveis (3%) e educação (2%).

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