PVBI11 fatura mais de R$ 13,3 milhões e explica qual é a estratégia atual
O fundo imobiliário PVBI11 encerrou março com resultado de R$ 10,115 milhões, sem qualquer efeito extraordinário no período.
O faturamento do PVBI11 somou R$ 13,339 milhões, enquanto as despesas ficaram em R$ 3,223 milhões.
Na distribuição de rendimentos do PVBI11, o fundo pagou R$ 0,40 por cota em 8 de abril de 2026 e, segundo a gestão, a expectativa segue de manutenção desse mesmo patamar ao longo de todo o semestre, conforme já havia sido sinalizado anteriormente aos cotistas.
Atualizações da carteira do PVBI11
No portfólio imobiliário, o fundo mantém perfil bastante concentrado em ativos físicos. Ao considerar a participação indireta de 49,5% no FL 4440, adquirida via outro FII, a exposição imobiliária alcança 97% do patrimônio líquido.
As demais posições em fundos imobiliários permanecem com caráter tático e representam aproximadamente 1% do PL.
Ativos em São Paulo
Atualmente, a carteira reúne sete ativos localizados na região metropolitana de São Paulo, somando mais de 83 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL).
A estratégia comercial da gestão está voltada principalmente à ocupação de espaços vagos, com atenção especial ao FL 4440, imóvel que hoje concentra a maior vacância dentro da carteira.
Para impulsionar a comercialização, o fundo imobiliário PVBI11 iniciou melhorias estruturais nos andares desocupados, além de ajustes nas saídas dos elevadores para tornar a experiência de visitação mais atrativa aos potenciais inquilinos.
Esse movimento foi acompanhado por um aumento relevante no fluxo de visitas às áreas disponíveis do Edifício Vera Cruz, do próprio FL 4440 e também de espaços que deverão ser devolvidos no Edifício Cidade Jardim.
Pipeline comercial
A partir disso, a gestão do FII PVBI11 afirma ter formado um bom pipeline comercial, com potencial para absorção futura dessas áreas vagas.
Houve também uma revisão mais calibrada dos valores de locação, ajustando preços conforme as características específicas de cada microrregião onde os ativos estão inseridos, medida que aumentou o interesse de parceiros e empresas em negociação.
Nos imóveis já em processo de ocupação, o fundo registrou avanços. A entrada da ServiceNow no Edifício Vera Cruz ocupou metade da área anteriormente deixada pela Julius Baer.
Já no ativo VOC, foram concluídas novas locações para Aguassanta, com 376 m² e entrada prevista para março de 2026, e para a CSL, com 754 m², prevista para abril. Somadas a outra locação anunciada recentemente pelo PVBI11, para a Mombak, essas operações totalizam aproximadamente 1.508 m² negociados no empreendimento, reduzindo a vacância do VOC para 11,3%.