RBRP11 já divulgou quanto vai pagar de dividendos; confira quanto
O fundo imobiliário RBRP11 confirmou o pagamento de R$ 0,40 por cota em dividendos, repetindo o mesmo patamar mensal que vem sendo distribuído desde abril de 2025.
Com isso, o FII RBRP11 mantém a previsibilidade dos rendimentos pelo 14º mês consecutivo.
Tiveram direito ao pagamento os investidores que encerraram o pregão de 8 de maio de 2026 com cotas do RBRP11 em carteira. Essa foi a data de corte definida pelo fundo para a distribuição referente à competência de abril.
O pagamento dos dividendos do RBRP11 aos cotistas será realizado em 15 de maio de 2026.
Com base na cotação de fechamento de abril, de R$ 52,35, o valor distribuído corresponde a um dividend yield mensal aproximado de 0,76%.
Assim como ocorre com os rendimentos de fundos imobiliários, o dividendo do RBRP11 é isento de Imposto de Renda para pessoas físicas, conforme as regras aplicáveis a esse tipo de investimento.
Resultado do mês de março
O resultado de abril ainda não foi divulgado. Em março, o fundo registrou receita total de R$ 0,54 por cota e resultado distribuível de R$ 0,42 por cota.
O desempenho do período foi impactado positivamente por efeito não recorrente relacionado ao recebimento de parcela da venda do imóvel João Dias, equivalente a R$ 0,04 por cota.
Mesmo com o resultado distribuível acima do valor pago, a gestão do FII RBRP11 optou por manter a distribuição em R$ 0,40 por cota no mês passado.
Objetivo e estratégia do RBRP11
O RBRP11 tem como objetivo investir, direta ou indiretamente, em direitos reais sobre bens imóveis comerciais, destinados exclusivamente à locação.
A estratégia prioriza ativos situados principalmente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, embora o regulamento permita investimentos em outras regiões e em diferentes tipos de ativos imobiliários.
Não houve movimentações de locatários no mês. Com isso, a vacância permaneceu em 23,8% (física) e 21,5% (financeira). Desde o início da gestão Pátria, o cálculo da vacância considera apenas os espaços vagos nos edifícios corporativos.
No campo comercial, houve avanço do RBRP11 nas tratativas para locação monousuária do Pátio Mauá, além de negociações para venda do Edifício Jacks Rabinovich e formalizações para alienação da posição no Edifício Castello Branco, ambos para usuários finais.