RBRP11 tem lucro 9,12% maior; veja o que impactou o resultado

RBRP11 tem lucro 9,12% maior; veja o que impactou o resultado
RBRP11 tem lucro 9,12% maior; veja o que impactou o resultado. Foto: Inteligência Artificial

O fundo imobiliário RBRP11 apresentou aumento em seu desempenho operacional em março, tendo um resultado distribuível de R$ 5,134 milhões, montante 9,12% superior ao apurado no mês anterior. 

A receita total do fundo RBRP11 no período alcançou R$ 6,619 milhões, enquanto as despesas operacionais e imobiliárias somaram R$ 1,485 milhão.

No detalhamento por cota, o fundo RBRP11 gerou receita equivalente a R$ 0,54 e fechou março com resultado distribuível de R$ 0,42 por cota. 

Parte desse desempenho contou com um efeito extraordinário, que foi a entrada de R$ 0,04 por cota referente ao recebimento de uma parcela da venda do imóvel João Dias, impacto positivo classificado pela gestão como não recorrente. 

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Os rendimentos do RBRP11 que foram efetivamente anunciado aos cotistas ficou em R$ 0,40 por cota, valor pago em 15 de abril de 2026.

Mudanças na carteira do fundo RBRP11

Sem novas entradas ou saídas de locatários no período, os níveis de vacância permaneceram inalterados em 23,8% no critério físico e 21,5% no financeiro. 

A gestão ressalta que, desde o início da gestão da Patria, esse cálculo passou a considerar exclusivamente as áreas vagas dentro dos edifícios corporativos da carteira.

Entre os principais movimentos na carteira do FII RBRP11 no mês, houve evolução consistente nas negociações para locação monousuária do Pátio Mauá, além de progresso nas tratativas para a venda do edifício Jacks Rabinovich a um ocupante final. 

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Também caminharam as formalizações para a venda da participação do fundo no Edifício Castello Branco, igualmente destinada a um usuário final.

No Delta Plaza, as áreas vagas receberam novas visitas, diante do interesse do mercado por lajes corporativas de aproximadamente 500 metros quadrados na região da Avenida Paulista. 

Já no River One, a estratégia continua voltada tanto para potenciais remanejamentos internos entre locatários quanto para a ocupação da área remanescente disponível.

Durante março, o fundo imobiliário RBRP11 ainda realizou reajustes contratuais sobre 193 metros quadrados de área bruta locável (ABL). Na estrutura de capital, segue operando sem endividamento, já que ao final de março não havia qualquer alavancagem financeira nem obrigações relacionadas à aquisição de ativos.

A composição patrimonial do fundo permanece concentrada majoritariamente em imóveis, que representam cerca de 73% da carteira do RBRP11.

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