LVBI11 e VGHF11 sobem, TRBL11 e CACR11 descem; IFIX fecha estável

LVBI11 e VGHF11 sobem, TRBL11 e CACR11 descem; IFIX fecha estável
LVBI11 e VGHF11 sobem, TRBL11 e CACR11 descem; IFIX fecha estável (Foto: Pexels)

O IFIX encerrou o pregão desta quinta-feira (21) em 3.849,95 pontos, com recuo de 0,12 ponto em relação ao fechamento anterior. A variação diária foi de -0,003%, mantendo o índice praticamente estável ao longo da sessão.

Durante o dia, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.839,00 pontos e a máxima de 3.851,96 pontos. A abertura ocorreu em 3.850,07 pontos, mesmo nível do fechamento anterior.

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Com o resultado, o IFIX seguiu abaixo da máxima de 52 semanas, de 3.944,38 pontos. Ao longo da sessão, o índice registrou pequenas oscilações e encerrou o dia em estabilidade.

GARE11 lidera negociações

Entre os fundos imobiliários mais negociados do pregão estiveram o GARE11 (Guardian Real Estate), com volume informado de R$ 1,14 milhão e alta de 0,24%; o GGRC11 (GGR Covepi Renda), com R$ 781,38 mil e queda de 0,20%; e o MXRF11 (Maxi Renda), com R$ 774,96 mil e avanço de 0,10%.

Completam a lista os fundos imobiliários MCRE11 (Mauá Capital Recebíveis Imobiliários), com R$ 720,49 mil e recuo de 1,06%; e o CPTS11 (Capitania Securities II), com R$ 685,60 mil e variação estável.

O sobe-e-desce dos FIIs

Entre as maiores altas do pregão, o LVBI11 (FII VBI Logístico) liderou os ganhos do dia ao avançar 2,12%, encerrando as negociações cotado a R$ 107,32. Na sequência, o VGHF11 (Valora Hedge Fund FII) registrou valorização de 2,03%, terminando o dia negociado a R$ 6.

No lado das perdas, o TRBL11 (FII Tellus Rio Bravo Renda Logística) apresentou a maior queda da sessão, com recuo de 2,80%, fechando o pregão a R$ 64,66. Já o CACR11 (AF Invest Recebíveis Imobiliários FII) teve a segunda pior performance do dia, ao cair 2,42%, encerrando as negociações cotado a R$ 36,40.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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