IFIX fecha em alta de 0,13%, mas acumula queda de 0,76% na semana

IFIX fecha em alta de 0,13%, mas acumula queda de 0,76% na semana
IFIX fecha em alta de 0,13%, mas acumula queda de 0,76% na semana (Foto: Pexels)

O IFIX encerrou o pregão desta sexta-feira (22) aos 3.855,09 pontos, com alta de 0,13%, equivalente a um avanço de 5,14 pontos em relação ao fechamento anterior.

Ao longo da sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.842,32 pontos e a máxima de 3.859,15 pontos. A abertura ocorreu em 3.849,94 pontos, enquanto o fechamento da véspera havia sido de 3.849,95 pontos.

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Apesar do desempenho positivo no último pregão da semana, o IFIX acumulou perda semanal de 29,67 pontos. Na sexta-feira anterior (15), o índice havia encerrado o pregão aos 3.884,76 pontos. Com isso, o indicador registrou recuo de 0,76% no acumulado dos últimos cinco pregões.

GARE11 lidera negociações

Os fundos imobiliários mais negociados do dia foram o GARE11 (Guardian Logística), que registrou volume de R$ 1,11 milhão e queda de 0,12%; o MXRF11 (Maxi Renda), com volume de R$ 1,01 milhão e alta de 0,10%; o GGRC11 (GGR Covepi Renda), que movimentou R$ 810,85 mil e recuou 0,20%.

Completam a lista de destaques o KNSC11 (Kinea Securities), com volume de R$ 675,68 mil e desempenho estável; e o CPTS11 (Capitania Securities II), que registrou volume de R$ 667,11 mil e baixa de 0,26%.

O sobe-e-desce dos FIIs

O JSCR11 (JS Recebíveis Imobiliários FII) liderou as altas do pregão desta sexta-feira ao avançar 5,52%, encerrando o dia cotado a R$ 8,70. Na segunda posição entre os maiores ganhos apareceu o TRBL11 (Tellus Rio Bravo Logística), que subiu 3,14% e fechou o pregão negociado a R$ 66,85.

Entre as quedas, o ARRI11 (Átrio REIT Recebíveis Imobiliários) apresentou o pior desempenho da sessão, com recuo de 3,10%, terminando o dia cotado a R$ 4,98.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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