GGRC11: quanto R$ 10 mil poderiam gerar em dividendos? veja simulação

GGRC11: quanto R$ 10 mil poderiam gerar em dividendos? veja simulação
GGRC11: quanto R$ 10 mil poderiam gerar em dividendos? veja simulação (Foto: Pexels/Ivo Brasil)

Com dividend yield (DY) de 12,03% nos últimos 12 meses e cotação próxima de R$ 9,93, o GGRC11 (GGR Covepi Renda) tem sido destaque em notícias recentes após divulgar lucro de R$ 20,2 milhões, registrar aumento na liquidez das cotas e passar a integrar índices globais acompanhados por investidores internacionais.

Simulação baseada nos indicadores recentes do fundo imobiliário no Funds Explorer mostram quanto um aporte de R$ 10 mil poderia gerar em dividendos caso seja mantida a média de distribuições observada nos últimos 12 meses.

De acordo com os dados apresentados pela plataforma, a cotação do GGRC11 está em R$ 9,93, enquanto o dividend yield acumulado em 12 meses alcança 12,03%.

O indicador também aparece acima da média do segmento de imóveis industriais e logísticos, de 10,71%, e da média dos fundos imobiliários de tijolo considerados na comparação, de 10,74%.

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Quanto renderiam R$ 10 mil no GGRC11?

Com a cotação de R$ 9,93 utilizada pela ferramenta, um investimento de R$ 10 mil permitiria a compra de aproximadamente 1.007 cotas do fundo. A simulação considera uma distribuição média de R$ 0,10 por cota ao mês, com base nos pagamentos realizados pelo fundo nos últimos 12 meses.

Utilizando esse parâmetro, o investidor receberia aproximadamente R$ 100,70 por mês em rendimentos. Mantida essa média de distribuição, a projeção matemática seria de:

Os valores representam apenas uma simulação baseada na média histórica recente de distribuição e não constituem garantia de rendimentos futuros. Os resultados podem variar de acordo com fatores como desempenho operacional, vacância, renegociações contratuais, aquisições, vendas de ativos e decisões da gestão sobre a distribuição de resultados.

Comparação com a poupança

A ferramenta também apresenta uma comparação entre o fundo imobiliário e a poupança. No cenário exibido, um aporte de R$ 3 mil por 12 meses resultaria em um montante final de R$ 3.180 na poupança. Na mesma simulação, o valor projetado para o GGRC11 alcança R$ 3.666,49.

Segundo os parâmetros utilizados pela ferramenta, a diferença corresponde a um resultado 15,30% superior ao da aplicação tradicional. O cálculo considera tanto os rendimentos distribuídos pelo fundo quanto a valorização patrimonial estimada pelo simulador.

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Lucro e registrou aumento da liquidez

O GGRC11 esteve entre os fundos que divulgaram fatos relevantes e atualizações importantes ao mercado nos últimos dias. Recentemente, o fundo informou lucro de R$ 20,2 milhões e também passou a integrar índices internacionais acompanhados por investidores globais.

Além disso, o fundo registrou o maior volume financeiro de negociações de sua história, com quase R$ 200 milhões movimentados em um único pregão após iniciativas voltadas ao aumento da liquidez das cotas. Maior liquidez tende a facilitar as negociações no mercado secundário, permitindo maior facilidade para compra e venda de cotas pelos investidores.

Dividend yield acima das médias comparadas

Outro indicador apresentado pela ferramenta é o dividend yield acumulado em 12 meses. O GGRC11 registra DY de 12,03%, acima da média do segmento de imóveis industriais e logísticos, de 10,71%, e também superior à média dos fundos imobiliários de tijolo considerados no comparador, de 10,74%.

O dividend yield é um dos indicadores utilizados pelos investidores para analisar o histórico de distribuição de rendimentos de fundos imobiliários.

Embora o indicador ajude a contextualizar o desempenho recente de um fundo, como o GGRC11, rentabilidades passadas não representam garantia de retornos futuros.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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