VGIR11, HGRU11, SNEL11 e AAZQ11 são destaques do Bom Dia FIIs (29/6)

VGIR11, HGRU11, SNEL11 e AAZQ11 são destaques do Bom Dia FIIs (29/6)
VGIR11, HGRU11, SNEL11 e AAZQ11 são destaques do Bom Dia FIIs (29/6) (Foto: Pexels/LP Barreto)

Os fundos imobiliários VGIR11, HGRU11, SNEL11 e AAZQ11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta segunda-feira (29). Na sexta-feira (26), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão em 3.806,50 pontos, com alta de 0,29%, avanço de 11,10 pontos em relação ao fechamento anterior. O índice voltou a fechar acima do patamar de 3.800 pontos.

No acumulado da semana, o IFIX avançou 6,42 pontos, equivalente a 0,17%, ao passar de 3.800,08 pontos no encerramento de 19 de junho para 3.806,50 pontos nesta última sexta-feira, encerrando a semana novamente acima da marca dos 3.800 pontos.

Entre os fundos mais negociados do pregão de sexta, o MXRF11 (Maxi Renda) registrou volume de R$ 2 milhões e encerrou o dia em alta de 1,14%. Na sequência vieram o GGRC11 (GGR Covepi Renda), com volume de R$ 1,69 milhão e valorização de 0,62%; o GARE11 (Guardian Logística), com volume de R$ 1,36 milhão e alta de 0,12%; o CPTS11 (Capitania Securities II), com volume de R$ 931,2 mil e queda de 0,4%; e o SNEL11 (Suno Energias Limpas), com volume de R$ 864,52 mil e recuo de 0,49%.

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VGIR11 amplia posição em CRIs e recebe quantia milionária em amortizações

HGRU11 encerra preferência da oferta bilionária; cotistas subscrevem R$ 5,6 mi até agora
SNEL11 supera 110 mil cotistas durante emissão bilionária e mês recorde na Bolsa
AAZQ11 aumenta exposição ao CRA da BRF e realiza novos aportes

Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

VGIR11 amplia posição em CRIs e recebe quantia milionária em amortizações

O resultado do fundo imobiliário VGIR11 somou R$ 17,541 milhões em maio, um pouco abaixo do mês anterior, mas ainda acima do valor distribuído no período. As receitas totais chegaram a R$ 18,891 milhões e as despesas recorrentes ficaram em R$ 1,349 milhão. A distribuição da competência foi de R$ 0,12 por cota, o que corresponde a uma rentabilidade líquida de CDI + 2,1% ao ano sobre a cota patrimonial do fim de abril. 

Nos 12 meses anteriores, os rendimentos do VGIR11 somaram R$ 1,53 por cota, equivalentes a CDI + 2,0% ao ano na mesma base. A reserva de caixa terminou o mês em cerca de R$ 0,01 por cota, destinada a eventuais despesas, entre elas a taxa de performance.

A carteira de crédito ocupava 94,8% do patrimônio líquido ao fim de maio, distribuída em 56 operações que somam R$ 1,341 bilhão investidos. O que sobrou ficou em instrumentos de caixa, posição que o fundo imobiliário VGIR11 mantém líquida para aproveitar oportunidades enquanto busca ampliar a alocação em CRIs.

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HGRU11 encerra preferência da oferta bilionária; cotistas subscrevem R$ 5,6 mi até agora

HGRU11 (Pátria Renda Urbana) concluiu mais uma etapa de sua sexta emissão de cotas ao encerrar o período de subscrição de sobras e de montante adicional. Segundo comunicado divulgado ao mercado, nessa fase foram subscritas 9.851 cotas, correspondentes a aproximadamente R$ 1,27 milhão.

Esse resultado se soma ao encerramento do direito de preferência, concluído anteriormente, quando os atuais cotistas exerceram a subscrição de 33.796 cotas, movimentando cerca de R$ 4,36 milhões. Com isso, as duas etapas destinadas aos investidores já posicionados no fundo totalizaram 43.647 cotas subscritas, equivalentes a aproximadamente R$ 5,62 milhões.

Permanecem disponíveis 11.595.990 cotas para distribuição aos demais investidores, conforme o cronograma da oferta. A captação faz parte da sexta emissão do HGRU11, anunciada em maio. Na ocasião, o fundo imobiliário informou que a oferta tem montante inicial de aproximadamente R$ 1,5 bilhão, correspondente à emissão de 11,64 milhões de cotas, podendo chegar a cerca de R$ 1,87 bi.

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SNEL11 supera 110 mil cotistas durante emissão bilionária e mês recorde na Bolsa

O fundo imobiliário SNEL11 alcançou a marca de 110 mil cotistas nesta semana, consolidando um novo patamar de crescimento justamente no momento em que realiza sua quinta emissão de cotas e registra o maior volume de negociações de sua história na B3. O avanço da base de investidores ocorre em paralelo ao aumento da liquidez do fundo. Apenas no pregão desta quinta-feira (25), o SNEL11 movimentou aproximadamente R$ 42 milhões em volume financeiro, reforçando o interesse do mercado pelo ativo.

Com esse desempenho, junho já se tornou o mês mais líquido da história do fundo. Até o momento, o SNEL11 acumula mais de R$ 93 milhões negociados no mercado secundário, superando o recorde anterior registrado em maio.

O crescimento acompanha um momento de expansão da estratégia do fundo, que busca captar até R$ 2,3 bilhões por meio de sua quinta oferta de cotas para ampliar o portfólio de ativos ligados ao setor de geração de energia renovável.

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AAZQ11 aumenta exposição ao CRA da BRF e realiza novos aportes

O Fiagro AAZQ11 registrou em maio aproximadamente 97,1% de seu patrimônio líquido alocado em ativos ligados ao agronegócio, reforçando sua estratégia de manter elevada exposição ao crédito rural.

A maior parte da carteira permaneceu concentrada em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs), que responderam por 65,2% dos investimentos, enquanto os Fiagros de direitos creditórios representaram outros 27,9%.

No período, o fundo registrou resultado de cerca de R$ 2,35 milhões, sustentado pela geração de receitas da carteira e pela continuidade da estratégia de alocação em ativos indexados ao CDI e à inflação. A taxa ponderada de carrego da carteira encerrou maio em 3,55%, enquanto a remuneração líquida, já descontadas taxas e impostos, ficou em CDI mais 2,17% ao ano, segundo a gestora.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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