O fundo imobiliário BTHF11 anunciou o pagamento de R$ 0,101 por cota em dividendos, referente à competência de junho de 2026, valor que se repete pelo sexto mês consecutivo.

A data-base ficou definida em 7 de julho, e o pagamento aos cotistas está previsto para 14 de julho. Os proventos são isentos de Imposto de Renda para o investidor pessoa física.

Com base na cotação de fechamento de junho, de R$ 8,92, o provento corresponde a um Dividend Yield mensal de 1,13%.

Os dividendos do BTHF11 vêm sendo mantidos em patamar estável e alinhados ao guidance definido para o semestre. 

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Em maio, o fundo apurou resultado de R$ 19,512 milhões, a partir de receitas que somaram R$ 21,278 milhões, com peso relevante das operações em cotas de outros FIIs.

Guidance e desempenho acima do IFIX

Ao divulgar os números, a gestão apresentou o guidance para o segundo semestre de 2026, mantendo o intervalo de R$ 0,10 a R$ 0,105 por cota, a mesma faixa que vinha orientando as distribuições. 

No acumulado de doze meses, o retorno total dos rendimentos do BTHF11 alcançou 18%, desempenho superior aos 12% registrados pelo IFIX no mesmo intervalo, principal índice de referência do setor de fundos imobiliários.

Carteira diversificada entre tijolo, papel e crédito

Ao fim de maio, o portfólio do FII BTHF11 estava distribuído majoritariamente em fundos imobiliários de tijolo, que respondiam por 42% da carteira. 

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Os FIIs de papel e os CRIs ocupavam, cada um, 20% da alocação, enquanto o caixa representava 16% do total. A parcela restante estava dividida entre ativos reais e ações, com 1% em cada classe.

Essa composição reflete o mandato do fundo, desenhado para transitar entre renda fixa e renda variável dentro do setor imobiliário, conforme o momento de mercado.

O BTHF11 é um fundo imobiliário voltado ao público geral e negociado em bolsa, com liberdade para alternar entre carteiras de renda fixa e renda variável em produtos ligados ao setor. 

A proposta declarada pela gestão do BTHF11 é proteger o patrimônio dos cotistas em períodos de maior volatilidade e, ao mesmo tempo, aproveitar ciclos favoráveis para destravar capital, estratégia que orienta as operações estruturadas conduzidas pelo fundo.