RBRP11 anuncia dividendos para julho; veja valor e quem recebe
O fundo imobiliário RBRP11 anunciou um novo pagamento de dividendos no valor de R$ 0,40 por cota, conforme comunicado divulgado ao mercado nesta segunda-feira (7). O rendimento é referente aos resultados de junho e será pago aos investidores no próximo dia 14 de julho.
Terão direito ao recebimento os cotistas que estiveram posicionados no fundo ao fim do pregão de 7 de julho, data-base definida para o provento. A partir de 8 de julho, as cotas passam a ser negociadas na condição de “ex-dividendos”. O rendimento segue isento de Imposto de Renda para pessoas físicas, desde que atendidos os requisitos legais.
Considerando o fechamento da cota em R$ 51,69, o pagamento de R$ 0,40 por cota representa um dividend yield mensal de aproximadamente 0,77%. O valor mantém o patamar de distribuição recorrente do fundo imobiliário, observado desde abril de 2025.
Como foi o último resultado do fundo
No relatório gerencial mais recente, referente ao mês de abril, o RBRP11 registrou receita total de R$ 0,50 por cota e resultado distribuível de R$ 0,40 por cota, equivalente ao valor agora distribuído aos investidores. Parte do resultado foi favorecida pelo recebimento de uma parcela da venda do imóvel João Dias, que adicionou R$ 0,04 por cota ao resultado do período.
A gestão informou ainda que a expectativa era manter esse nível de distribuição ao longo do semestre. Nos últimos 12 meses, a média de dividendos do fundo também permaneceu em R$ 0,40 por cota.
Portfólio e ocupação
Ao fim de abril, o RBRP11 não registrava movimentações de locatários. A vacância física permaneceu em 23,8%, enquanto a vacância financeira ficou em 21,5%. Durante o período, foram realizados reajustes contratuais em 2.770 m² de ABL, além da continuidade das negociações comerciais para os edifícios Jacks Rabinovich, Pátio Mauá, River One e Delta Plaza.
O portfólio do fundo é composto por sete ativos, que somam mais de 43 mil m² de área bruta locável (ABL). Cerca de 96% dos imóveis estão localizados em São Paulo e os 4% restantes no Rio de Janeiro. O RBRP11 também encerrou o período sem alavancagem e sem obrigações por aquisição de ativos. Além disso, 65% do portfólio é formado por imóveis classe AA, e 99% dos contratos são corrigidos pelo IPCA.