XPCI11: FII paga dividendos de 14,39% ao ano e lucra R$ 7,65 milhões

XPCI11: FII paga dividendos de 14,39% ao ano e lucra R$ 7,65 milhões
XPCI11: FII paga dividendos de 14,39% ao ano e lucra R$ 7,65 milhões

O fundo imobiliário XPCI11 apurou resultado líquido de R$ 7,65 milhões em julho de 2026, o equivalente a R$ 0,88 por cota, ante R$ 8,59 milhões, ou R$ 0,99 por cota, em junho. As receitas somaram R$ 8,34 milhões, enquanto as despesas ficaram em R$ 689,9 mil.

A principal contribuição veio da carteira de CRIs, responsável por R$ 7,49 milhões em receitas. Os investimentos em outros FIIs acrescentaram R$ 489,9 mil, e os ativos de liquidez e outras posições responderam por R$ 354,9 mil.

Quer saber como receber renda passiva por meio de fundos imobiliários? Clique e entre em contato com nosso time de especialistas

Mesmo com resultado de R$ 0,88 por cota, o fundo imobiliário XPCI11 distribuiu R$ 0,93 por cota, o que corresponde a cerca de R$ 8,09 milhões. 

Sobre a cotação de R$ 82,54 do fechamento de julho, os dividendos do XPCI11 representaram um dividend yield de 1,13% no mês, ou 14,39% anualizado, chegando a 17,12% com o gross-up de 15% informado no relatório.

A distribuição de julho voltou ao patamar de R$ 0,93 por cota, após R$ 0,95 em junho, e o fundo manteve uma reserva acumulada de correção monetária de R$ 5,39 milhões, ou R$ 0,62 por cota.

O novo CRI na carteira do XPCI11

Entre as principais movimentações de julho, a gestão comprou R$ 25 milhões do CRI Cury, ativo ligado à Cury Construtora e Incorporadora e estruturado a partir de créditos imobiliários de um empreendimento residencial em São Paulo. 

O FII XPCI11 também ampliou as posições nos CRIs Uberlândia Refrescos e HBR, aproveitando, segundo a gestão, preços abaixo do valor ao par dos títulos.

Ao fim de julho, a carteira de crédito apresentava taxas médias, na marcação a mercado, de IPCA + 9,00% ao ano e CDI + 2,75% ao ano. 

https://files.sunoresearch.com.br/gaia/uploads/2026/01/Banner-Materias-01-Dkp_-1420x240-1.png

O portfólio reunia 49 CRIs e três fundos imobiliários, com cerca de R$ 765 milhões investidos na estratégia e mais R$ 1 milhão em ativos de liquidez. No book de crédito, 91,2% estava indexado ao IPCA e 8,8% ao CDI.

A parcela investida diretamente em fundos somava R$ 46,03 milhões, concentrada em GARE11, GCRI11 e PSEC11, usada de forma tática para diversificação e otimização de caixa. 

Por setor, o varejo alimentício concentrava 32% dos ativos, seguido por incorporação vertical (17%) e shopping centers (13%), enquanto o Sudeste representava 78,29% da exposição dos CRIs.

Ao fim de julho, o fundo XPCI11 mantinha a estratégia direcionada principalmente a CRIs, com preferência por operações originadas ou estruturadas pela própria equipe.

A gestão destacou ainda que segue ativa no mercado secundário, tanto na compra quanto na venda de papéis, em busca de oportunidades de ganho de capital e de ajustes na composição do portfólio do XPCI11.

Tags
Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça. notícias relacionadas últimas notícias