GGRC11, PMLL11 e MCCI11 são destaques do Bom Dia FIIs (31/3)

GGRC11, PMLL11 e MCCI11 são destaques do Bom Dia FIIs (31/3)
GGRC11, PMLL11 e MCCI11 são destaques do Bom Dia FIIs (31/3) (Foto: Pexels/Lucas Pezeta)

Os fundos GGRC11, PMLL11 e MCCI11 são destaques do Bom Dia FIIs desta terça-feira (31). Na segunda-feira (30), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos  3.861,25 pontos, com queda de 0,19%, equivalente a recuo de 7,36 pontos em relação ao fechamento anterior.

Durante o dia, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.860,62 pontos e a máxima de 3.872,35 pontos.

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GGRC11 compra ativo logístico por R$ 192 milhões em Santa Catarina
PMLL11 tem ocupação próxima de 97% e chega a patrimônio de R$ 1,64 bi
MCCI11 paga dividendos de 13,3% ao ano e lucra R$ 12,71 milhões; veja detalhes
Tijolo deve ganhar tração em 2026, mas FIIs de papel seguem preferidos pelo Itaú BBA

Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

GGRC11 compra ativo logístico por R$ 192 milhões em Santa Catarina

O fundo imobiliário GGRC11 anunciou a assinatura de compromisso para aquisição de um ativo logístico localizado no condomínio Braspark, em Garuva (SC), por aproximadamente R$ 192,3 milhões. A operação será estruturada na modalidade sale and leaseback, estratégia comum no segmento para geração de renda de longo prazo.

A conclusão da transação está condicionada ao cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril de 2026.

O ativo é composto pelos galpões B e C do condomínio, com área bruta locável (ABL) total prevista de até 61,6 mil m² após a conclusão das obras de expansão. Atualmente, os dois galpões somam cerca de 40,2 mil m², com potencial adicional de expansão superior a 21 mil m².

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PMLL11 tem ocupação próxima de 97% e chega a patrimônio de R$ 1,64 bi

O fundo imobiliário PMLL11 (Patria Malls FII) divulgou seu relatório gerencial de fevereiro com indicadores operacionais em evolução.

A taxa de ocupação do portfólio ficou próxima de 97%, nível que a gestão classifica como o mais elevado já registrado pelo fundo imobiliário, conforme dados dos ativos referentes a janeiro de 2026. O portfólio do fundo é composto por participações em 14 shopping centers, com cerca de 139 mil metros quadrados de área bruta locável (ABL) própria.

Segundo o relatório gerencial, as vendas totais por metro quadrado apresentaram crescimento de 9,9% na comparação anual, com base nos dados mais recentes dos empreendimentos. 

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MCCI11 paga dividendos de 13,3% ao ano e lucra R$ 12,71 milhões; veja detalhes

O fundo imobiliário MCCI11 encerrou fevereiro com resultado de R$ 12,711 milhões, abaixo dos R$ 14,936 milhões apurados em janeiro. No período, o fundo MCCI11 registrou receitas de R$ 14,047 milhões e despesas de R$ 1,336 milhão.

A distribuição de dividendos do MCCI11 referente a fevereiro de 2026, paga aos cotistas em março, foi mantida em R$ 1,00 por cota. 

Com base no preço de fechamento de R$ 95,90 ao fim do mês, esse valor representa um dividend yield anualizado de 13,3%. 

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Tijolo deve ganhar tração em 2026, mas FIIs de papel seguem preferidos pelo Itaú BBA

O mercado de fundos imobiliários (FIIs) deve apresentar mudanças de desempenho entre os segmentos ao longo de 2026, com maior tração dos FIIs de tijolo — aqueles que investem diretamente em imóveis — em um cenário de expectativa de início de cortes de juros.

Ainda assim, a preferência do Itaú BBA permanece com os FIIs de papel, que tendem a continuar liderando na distribuição de rendimentos.

De acordo com o relatório setorial de ativos financeiros do banco, a aproximação do início do ciclo de queda de juros, somada ao alívio observado nas curvas futuras, favorece o desempenho dos fundos de tijolo. Esse movimento ocorre em linha com o comportamento histórico desses ativos em ambientes de redução das taxas, que costumam beneficiar a valorização de suas cotas.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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