BRCR11 lucra mais de R$ 8,3 milhões e detalha patrimônio bilionário; veja detalhes

BRCR11 lucra mais de R$ 8,3 milhões e detalha patrimônio bilionário; veja detalhes
BRCR11 lucra mais de R$ 8,3 milhões e detalha patrimônio bilionário. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário BRCR11 encerrou março com lucro líquido de R$ 8,316 milhões, resultado obtido a partir de R$ 10,909 milhões em receitas provenientes das propriedades do portfólio. No período, as despesas totais somaram R$ 4,485 milhões.

A distribuição de dividendos do BRCR11 foi de R$ 0,41 por cota. Considerando a cotação de fechamento de abril de 2026, esse pagamento corresponde a um dividend yield anualizado de 10,41% sobre o preço de mercado.

Pelo valor patrimonial ajustado, a cota do BRCR11 estava em R$ 85,83 ao fim do período. Já no mercado secundário, a cota fechou negociada a R$ 47,28, o que representa desconto de 44,9% em relação ao valor patrimonial 

A rentabilidade mensal ficou em 0,5% com base patrimonial e 0,9% sobre a cota de mercado. Na base anualizada composta, esses retornos equivalem a 5,9% e 10,9%, respectivamente.

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Composição do portfólio do BRCR11

O ativo total do fundo imobiliário BRCR11 soma R$ 2,593 bilhões. A maior parte desse montante permanece concentrada em imóveis físicos, que representam R$ 2,447 bilhões, ou 94,4% do ativo total. 

O fundo também possui R$ 84,009 milhões alocados em cotas de outros FIIs, equivalentes a 3,2% do ativo, além de R$ 31,602 milhões em aluguéis a receber, R$ 23,124 milhões em renda fixa e R$ 6,595 milhões classificados em outros ativos.

Do lado dos passivos, o fundo carrega R$ 310,437 milhões em obrigações, montante equivalente a 12% do ativo total. 

A maior parcela está ligada a compromissos por aquisição de imóveis, que somam R$ 282,582 milhões, enquanto outros passivos representam R$ 27,855 milhões. 

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Quanto a receita contratada, os imóveis classificados como padrão AAA respondem por 93% da receita total do portfólio, enquanto ativos de padrão A representam 2% e os classificados como B concentram 5%.

Em março, a vacância financeira ficou em 8,8%, medida pela receita potencial de locação, enquanto a vacância física do FII BRCR11 atingiu 11,1% da Área Bruta Locável (ABL). 

Parte dessa evolução veio da assinatura de um novo contrato na Torre Almirante, onde o escritório Siqueira Castro passou a ocupar um andar inteiro, adicionando 1.246 m² de área locada ao ativo.

Regionalmente, São Paulo responde por 59% da receita contratada do fundo, enquanto o Rio de Janeiro representa os 41% restantes. 

Já na composição setorial dos inquilinos do BRCR11, a categoria “outros” concentra 71% da receita, seguida por saúde, com 13%, seguros, com 9%, e financeiro, com 7%.

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