VGHF11 paga dividendos de 16,2% ao ano e lucra R$ 10,58 milhões em novembro

Em novo relatório, o FII VGHF11 divulgou um resultado de R$ 10,58 milhões e seus dividendos tiveram uma rentabilidade de 16,2% ao ano.

VGHF11 paga dividendos de 16,2% ao ano e lucra R$ 10,58 milhões em novembro
Dividendos do HGBS11: quanto o fundo vai pagar no 1º semestre de 2024? Foto: iStock

O fundo imobiliário VGHF11 apresentou um resultado passível de distribuição de R$ 10,58 milhões em novembro, conforme divulgado em seu novo relatório gerencial.

A partir desse novo resultado, o FII VGHF11 pagou R$ 10,36 milhões em dividendos no dia 7 de dezembro de 2023, equivalente a R$ 0,11 por cota.

Os dividendos do VGHF11, referente a novembro, representaram uma rentabilidade líquida de 16,2% ao ano sobre o valor da cota patrimonial no término de outubro de 2023.

No acumulado dos últimos 12 meses, os rendimentos do FII somam R$ 1,28 por cota, o que corresponde a uma rentabilidade líquida de 14,9% ao ano ou IPCA + 9,3% ao ano em relação à cota patrimonial.

Em novembro, o VGHF11 obteve uma rentabilidade total de R$ 0,17 por cota, correspondente a 26,5% ao ano. Além do pagamento de rendimentos, também ocorreu um aumento no patrimônio líquido do FII de cerca de R$ 0,06 por cota.

Essa variação positiva no patrimônio aconteceu principalmente em razão do ajuste positivo da marcação-a-mercado do portfólio de CRIs atrelados ao IPCA. O ajuste em questão veio em meio ao fechamento das taxas das NTN-B e com a carteira de fundos imobiliários e ações.

A gestão também destacou mais uma elevação na base de investidores do FII, que alcançou a marca de 328.058 cotistas no encerramento de novembro, com liquidez média diária de R$ 3,2 milhões.

Investimentos do VGHF11 somam R$ 939,3 milhões

Ao final de novembro de 2023, o fundo imobiliário VGHF11 tinha todo seu patrimônio líquido alocado em ativos-alvo, contabilizando 115 ativos distintos, e totalizando R$ 939,3 milhões em investimentos.

Além disso, cerca de R$ 60,4 milhões estavam em operações de venda e recompra futura de CRIs (compromissada reversa), com um custo médio de CDI + 0,74% ao ano, enquanto os recursos líquidos estavam aplicados em instrumentos de caixa.

Sobre as movimentações da carteira, o VGHF11 comprou R$ 108,8 milhões em ativos. Os ativos vendidos totalizaram R$ 63,6 milhões, o que corresponde a uma aquisição líquida de R$ 45,1 milhões.

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foto: João Vitor Jacintho
João Vitor Jacintho

Redator profissional, com atuação no mercado editorial na produção de notícias e conteúdos sobre o mercado de ações, criptomoedas, fundos imobiliários e economia popular. Graduando em Engenharia Química pela Unesp, também já trabalhei como consultor financeiro.

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