IFIX fecha pregão em queda de 0,06%, aos 3.742 pontos

IFIX fecha pregão em queda de 0,06%, aos 3.742 pontos
Imagem gerada por IA

O IFIX encerrou o pregão desta quarta-feira (16) aos 3.742,57 pontos, com queda de 0,06%, equivalente a um recuo de 2,32 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.744,89 pontos.

Durante a sessão, o índice de fundos imobiliários atingiu a máxima de 3.750,41 pontos e a mínima de 3.737,40 pontos. A abertura ocorreu aos 3.744,88 pontos.

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No intervalo de 52 semanas, o IFIX apresenta mínima de 3.554,23 pontos e máxima de 3.944,38 pontos. O fechamento desta quarta-feira ficou 201,81 pontos abaixo da máxima registrada nesse período.

MXRF11 lidera negócios

Entre os fundos imobiliários mais negociados, o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário) movimentou 2,24 milhões de cotas e caiu 0,33%, enquanto o GGRC11 (Zagros Renda Imobiliária FII) teve volume de 1,18 milhão de cotas negociadas e subiu 0,22%.

O BTHF11 (BTG Pactual Real Estate Hedge Fund) registrou 713,04 mil cotas negociadas e alta de 0,47%; o BTCI11 (BTG Pactual Crédito Imobiliário) movimentou 638,99 mil cotas negociadas e avançou 0,72%; e o SNEL11 (Fundo de Investimento Imobiliário Suno Energias Limpas) teve volume de 587,95 mil cotas negociadas e alta de 0,25%.

O sobe-e-desce dos FIIs

O TOPP11 (RBR Top Offices FII) registrou a maior alta do pregão, com valorização de 2,59%, equivalente a R$ 1,64 por cota, e encerrou as negociações a R$ 64,51. Na sequência, o GZIT11 (Gazit Malls Fundo de Investimento Imobiliário) avançou 2,1%, ou R$ 0,76 por cota, com preço de fechamento de R$ 37,02.

Entre as quedas, o BLMG11 (Bluemacaw Logística FII) apresentou a maior desvalorização do dia, de 1,74%, equivalente a R$ 0,55 por cota, e terminou o pregão cotado a R$ 31,08.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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