RBRY11: fundo imobiliário anuncia dividendos com yield de 1,06% ao mês; veja valor
O fundo imobiliário RBRY11 vai distribuir R$ 1,00 por cota em rendimentos relativos à competência de abril de 2026. O pagamento repetiu o valor anunciado no mês anterior.
Os dividendos do RBRY11 serão pagos em 17 de junho de 2026 aos cotistas posicionados no fundo até o fim do pregão de 10 de junho de 2026.
Com a cota fechando maio em R$ 94,00, o rendimento equivale a um Dividend Yield mensal de cerca de 1,06%.
Para pessoas físicas, os dividendos de fundos imobiliários seguem isentos de Imposto de Renda, desde que cumpridas as exigências legais.
No mês de abril, o FII RBRY11 teve resultado distribuível de R$ 1,14 por cota. Como o fundo repassou R$ 1,00 por cota em maio, o valor excedente foi mantido em reserva.
RBRY11 reduz alavancagem e amplia foco em CRIs indexados ao CDI
A carteira terminou o mês com 98,6% do patrimônio líquido alocado. A maior parcela estava em CRIs e operações estruturadas, que respondiam por 92,4% do PL. Ao todo, o portfólio reunia 54 CRIs e 1 operação estruturada.
A rentabilidade média ponderada desses ativos era de 16,5% ao ano, equivalente a CDI + 2,4% ao ano. O prazo médio da carteira era de 2,0 anos, com spread médio de 2,5% ao ano.
O CDI era o principal indexador do portfólio, com 86% da carteira, remuneração média de CDI + 4,0% ao ano e prazo médio de 2,1 anos.
Os ativos ligados ao IPCA representavam 14%, com taxa de IPCA + 0,8% ao ano e prazo médio de 1,4 ano. Já o IGP-M tinha participação residual de 0,2%, com remuneração de IGP-M + 10,2% ao ano e prazo médio de 3,5 anos.
Além dos recebíveis, o fundo imobiliário RBRY11 mantinha 6,2% do patrimônio líquido aplicado em 8 FIIs. A maior posição nessa parcela era o RBRR11, equivalente a 3,2% do PL.
Durante o mês, o fundo RBRY11 direcionou recursos para novos CRIs, incluindo Bild, com R$ 4,8 milhões, Pulverizado MK CDI, com R$ 4,4 milhões, e MOS Jardins e Pinheiros II, com R$ 2,3 milhões. Também entraram na carteira os CRIs Tael Série VII, com R$ 0,9 milhão, e Tael Série III, com R$ 0,4 milhão.
Essas aquisições foram feitas a uma taxa média ponderada de CDI + 4,1% ao ano. Na outra ponta, o fundo encerrou as posições nos CRIs Pernambuco e Pernambuco Aurora, em um total de R$ 34 milhões. Também houve redução de R$ 11 milhões na posição em RBRR11, acompanhando a estratégia de priorizar papéis atrelados ao CDI.
O saldo em operações compromissadas reversas ficou em R$ 38 milhões no encerramento do mês, equivalente a 3,0% do patrimônio líquido do RBRY11. O impacto no resultado foi de R$ 0,04 por cota. No mês anterior, essa exposição era de 4,2% do patrimônio