RBRY11: fundo imobiliário divulga dividendos de 1,12%; confira quanto

RBRY11: fundo imobiliário divulga dividendos de 1,12%; confira quanto
RBRY11: fundo imobiliário divulga dividendos de 1,12%. Foto: Pixabay

Os cotistas do RBRY11 vão receber R$ 1,00 por cota pela competência de junho de 2026, terceiro mês consecutivo nesse valor. 

O pagamento ocorre em 16 de julho de 2026, e garante o provento quem tiver o papel em carteira ao fim do pregão de 9 de julho de 2026, data-base da distribuição.

Com a cota fechando junho a R$ 89,50, esse pagamento corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 1,12%. 

Para a pessoa física enquadrada na legislação, os rendimentos do RBRY11 chegam sem desconto de Imposto de Renda.

Em maio, o resultado distribuível alcançou R$ 1,14 por cota, mas a distribuição seguiu em R$ 1,00 por cota, o que empurrou a reserva de lucro para R$ 0,34 por cota. 

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A gestão confirmou que esse é o guidance de distribuição até o fim do ano. Na janela de 12 meses, a média paga foi de R$ 1,16 por cota, e o yield anualizado de maio ficou em 12,8% sobre a cota de fechamento e 11,9% sobre a patrimonial.

Movimentações e carteira do RBRY11

Ao longo do mês, o fundo imobiliário RBRY11 aplicou R$ 8 milhões em novas posições, distribuídas entre os CRIs Global Realty, Baroneza e Jardim Europa, MOS Jardins e Pinheiros II, Pulverizado MK CDI, Verticale Série II, Makasi II e Tael Série III, a uma taxa média ponderada de CDI + 5,1% ao ano.

Na outra ponta, o fundo zerou as exposições no CRI Creditas V (R$ 733 mil) e no CRI Creditas II (R$ 6,7 milhões), além de receber o resgate antecipado do CRI Alphaville (R$ 1,8 milhão). 

Também reduziu as alocações nos FIIs PCIP11 (R$ 900 mil) e RBRR11 (R$ 4 milhões), movimento coerente com a estratégia de concentrar a carteira em ativos atrelados ao CDI.

A desalavancagem seguiu em curso. O saldo em operações compromissadas reversas fechou o mês em R$ 26 milhões, ou 2,0% do patrimônio líquido, com impacto de R$ 0,03 por cota no resultado. No mês anterior, essa exposição correspondia a 3,0% do patrimônio.

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A carteira do FII RBRY11 terminou junho com 97,6% do patrimônio alocado, dos quais 91,8% em CRIs e operações estruturadas, que rendem em média 16,5% ao ano (CDI + 2,3% ao ano), com prazo médio de 1,8 ano e spread médio de 2,3% ao ano. São 51 CRIs e uma operação estruturada.

Por indexador, o CDI domina com 85% da carteira (CDI + 3,9% ao ano), seguido pelo IPCA (15%, a IPCA + 0,4% ao ano) e pelo IGP-M (0,2%, a IGP-M + 10,3% ao ano). 

O fundo RBRY11 mantém ainda alocação estratégica em oito FIIs, o equivalente a 5,8% do patrimônio líquido, com destaque para o RBRR11, que sozinho ocupa 2,9% do PL.

Na divisão por segmento, o residencial responde por 87% e o logístico por 11%, com fatias menores em escritório (1%) e loteamento (0,5%). Por região, São Paulo concentra 66,5% da carteira de CRIs.

Na performance, a cota do RBRY11 rendeu 2,7% no mês e acumula 1,8% em 2026. Desde o início, o retorno chega a 124,1%, ou 12,2% ao ano, à frente do IFIX (55,2% e 6,5% ao ano) e do CDI bruto (89,7% e 9,6% ao ano) no mesmo intervalo.

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