SNCI11 avança mais de 1% após manter guidance e ter yield de 13,50%

SNCI11 avança mais de 1% após manter guidance e ter yield de 13,50%
SNCI11 avança mais de 1% após manter guidance e ter yield de 13,50%. (Foto: Pexels)

O fundo imobiliário SNCI11 encerrou o pregão desta terça-feira (14) com valorização de 1,09%, cotado a R$ 90,19. Ao longo da sessão, o fundo movimentou aproximadamente R$ 502 mil em volume financeiro, figurando entre os destaques positivos do mercado de FIIs.

O desempenho ocorre poucos dias após a divulgação do relatório gerencial de maio, no qual a gestão reafirmou a expectativa de manter a distribuição de dividendos entre R$ 1,00 e R$ 1,10 por cota durante todo o terceiro trimestre de 2026.

Para o mês de maio, o fundo manteve a distribuição de R$ 1,00 por cota, patamar que correspondeu a um dividend yield anualizado de 13,50%, considerando a cotação de mercado de R$ 88,92 utilizada no relatório.

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Segundo a gestora, a estratégia continua focada em preservar a previsibilidade dos rendimentos enquanto avança na recuperação de operações de crédito classificadas como ativos em situação especial.

Ao final de maio, o patrimônio líquido do SNCI11 alcançava R$ 407,1 milhões, refletindo a continuidade da estratégia de gestão ativa da carteira de recebíveis imobiliários.

Gestora mantém foco na ampliação de carteira do SNCI11

O SNCI11 continuou ampliando a carteira de crédito durante maio. Entre as principais operações realizadas estão a aquisição de R$ 5 milhões do CRI Mahalo, destinado ao financiamento de um empreendimento residencial em Vila Velha (ES), além de compras de CRIs como Ceratti Magna, Bit Barueri, Copagril e LocPay.

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De acordo com o relatório, o spread consolidado da carteira encerrou maio em 3,10%, permanecendo em patamar considerado saudável pela gestão, apesar da acomodação em relação aos níveis observados no segundo semestre de 2025.

Estrutura de capital

A estrutura de capital também chamou atenção. O SNCI11 encerrou o período com alavancagem líquida negativa de 9,6% do patrimônio líquido, o que significa que o fundo ocupa atualmente posição credora líquida, situação oposta à de veículos que utilizam endividamento para ampliar retornos.

Em maio, o fundo registrou rentabilidade ajustada de -1,64%, desempenho próximo ao do IFIX, que recuou -1,33% no mesmo período. Apesar da queda mensal, a gestão destaca que, nos últimos seis meses, o SNCI11 acumulou retorno ajustado de 16,48%, acima do IFIX (5,93%), do IFIX Papel (7,89%) e da média dos fundos comparáveis (9,41%).

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foto: Vinícius Alves
Vinícius Alves
Jornalista

Jornalista formado na Faculdade Cásper Líbero. Com passagens pela Agência Estado e Editora Globo.

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