Saiba quanto o VGIP11 vai pagar de dividendos neste mês
O fundo imobiliário VGIP11 confirmou o pagamento de R$ 0,73 por cota em dividendos, cuja quantia é referente ao desempenho de março de 2026.
A distribuição de dividendos do VGIP11 está prevista para o dia 20 de abril. Terão direito ao recebimento os investidores posicionados até 13 de abril.
Considerando o preço de fechamento de R$ 80,25 ao fim de março, o rendimento implica um dividend yield mensal próximo de 0,91%.
O valor distribuído indica uma leve redução frente ao mês anterior, quando o fundo havia pago R$ 0,74 por cota.
Saiba mais sobre a carteira atual do FII VGIP11
No campo operacional, a carteira segue fortemente concentrada em crédito imobiliário. Ao final de fevereiro, 96,12% do patrimônio líquido estava alocado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), distribuídos em 49 operações, totalizando cerca de R$ 1,028 bilhão investido.
A parcela remanescente permaneceu em instrumentos de caixa, o que gera mais liquidez para a gestão.
Ao longo do período, o fundo imobiliário VGIP11 registrou entrada de R$ 9,4 milhões em amortizações, considerando tanto pagamentos ordinários quanto extraordinários.
Entre os destaques estão as liquidações parciais de R$ 2,6 milhões do CRI CashMe e R$ 2,5 milhões do CRI Mabu 204S. Segundo a gestão, todos os ativos seguem adimplentes, com acompanhamento contínuo indicando manutenção da qualidade da carteira.
A cota patrimonial apresentou valorização de R$ 0,48 no mês de fevereiro. No mesmo intervalo, o fundo encerrou com uma base de 88.702 cotistas, enquanto a liquidez média diária no mercado secundário ficou em R$ 2,6 milhões.
O maior peso da carteira está em shopping centers, que representam 26,0% do portfólio. Na sequência aparecem operações pulverizadas (19,3%), residencial (17,3%), logística (13,9%) e contratos do tipo BTS (11,9%).
Também há exposição do FII VGIP11 a infraestrutura (5,7%), escritórios (3,2%), hospitalar (1,6%) e hotelaria (1,0%).
Do ponto de vista dos indexadores, a carteira do VGIP11 permanece quase integralmente atrelada à inflação. Aproximadamente 99,4% dos ativos estão vinculados ao IPCA, enquanto apenas 0,6% seguem o IGP-M.