VGIP11 vê lucro saltar 46% e paga dividendos de IPCA + 6,4% ao ano; veja valores

VGIP11 vê lucro saltar 46% e paga dividendos de IPCA + 6,4% ao ano; veja valores
VGIP11 vê lucro saltar 46% e paga dividendos de IPCA + 6,4% ao ano. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário VGIP11 encerrou abril de 2026 com resultado de R$ 12,697 milhões, avanço de 46% na comparação com o mês anterior. O desempenho foi sustentado por receitas de R$ 13,565 milhões no período, enquanto as despesas somaram R$ 867,6 mil.

Com esse resultado, o VGIP11 distribuiu R$ 1,08 por cota aos investidores, referente à competência de abril. Segundo a gestão, o rendimento equivale a uma rentabilidade líquida de IPCA + 6,4% ao ano, considerando o valor patrimonial da cota de março de 2026.

Além do valor já distribuído, o fundo terminou abril com R$ 0,55 por cota em ganhos de IPCA acumulados. Esses recursos ainda não viraram resultado caixa e devem ser repassados aos cotistas no momento em que forem efetivamente realizados.

Nos últimos 12 meses, a distribuição de dividendos do VGIP11 chegou a R$ 11,02 por cota. Esse volume corresponde a uma rentabilidade equivalente a IPCA + 9,0% ao ano, com base no valor patrimonial da cota.

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O cálculo dessa rentabilidade considera a variação acumulada do IPCA com defasagem de dois meses, abrangendo o período entre março de 2025 e fevereiro de 2026. Essa é a mesma defasagem utilizada na remuneração da maior parte dos CRIs da carteira do fundo, indexados ao IPCA M-2.

VGIP11 tem variação positiva na cota patrimonial

Durante abril, a cota patrimonial do FII VGIP11 teve alta de R$ 0,05 por cota. A gestão explica que, apesar da abertura das taxas de juros das NTN-Bs ao longo do mês, houve ganho na marcação dos ativos da carteira por causa do aumento do IPCA.

O fundo encerrou o mês com 84.010 cotistas. Já o volume médio diário de negociação ficou em R$ 2,9 milhões em abril.

Na carteira, o fundo imobiliário VGIP11 terminou o período com 96,8% do patrimônio líquido alocado em CRIs. Ao todo, o portfólio reunia 50 operações, com R$ 1,032 bilhão investido. A parcela restante dos recursos líquidos estava aplicada em instrumentos de caixa.

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Ao longo de abril, o fundo comprou R$ 13,7 milhões em duas operações que já faziam parte da carteira: o CRI Mabu 240S e o CRI Projetos Residenciais SP 1S.

No mesmo mês, o VGIP11 recebeu R$ 5,7 milhões em amortizações ordinárias e extraordinárias. Os destaques foram as amortizações parciais de R$ 2,9 milhões do CRI Mabu 204S e de R$ 1,1 milhão do CRI CashMe 31E Sênior.

Em maio, o fundo também realizou novos investimentos em dois CRIs que já estavam no portfólio, no valor total de R$ 15,7 milhões.

Na avaliação da gestão, a carteira segue saudável. Todos os CRIs do VGIP11 estavam adimplentes, com acompanhamento próximo e monitoramento constante dos ativos.

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