VGIP11, GAME11, NUIF11 e SNEL11 são destaques do Bom Dia FIIs (15)

VGIP11, GAME11, NUIF11 e SNEL11 são destaques do Bom Dia FIIs (15)
VGIP11, GAME11, NUIF11 e SNEL11 são destaques do Bom Dia FIIs (15) (Foto: Pixabay)

Os fundos imobiliários VGIP11, GAME11, NUIF11 e SNEL11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta quarta-feira (15). Na terça-feira (14), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão em 3.904,60 pontos, com alta de 1,20 ponto, equivalente a +0,03% em relação ao fechamento anterior.

Entre os FIIs mais negociados na sessão, o GARE11 (Guardian Logística) registrou volume de R$ 1,5 milhão e alta de +0,12%. Na sequência, o CPTS11 (Capitânia Securities II) movimentou R$ 1,24 milhão, com queda de -0,25%, enquanto o GGRC11 (GGR Covepi Renda) teve volume de R$ 991,44 mil e recuo de -0,29%.

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Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

Saiba quanto o VGIP11 vai pagar de dividendos neste mês

O fundo imobiliário VGIP11 confirmou o pagamento de R$ 0,73 por cota em dividendos, cuja quantia é referente ao desempenho de março de 2026. A distribuição de dividendos do VGIP11 está prevista para o dia 20 de abril. Terão direito ao recebimento os investidores posicionados até 13 de abril. 

Considerando o preço de fechamento de R$ 80,25 ao fim de março, o rendimento implica um dividend yield mensal próximo de 0,91%. O valor distribuído indica uma leve redução frente ao mês anterior, quando o fundo havia pago R$ 0,74 por cota.

No campo operacional, a carteira segue fortemente concentrada em crédito imobiliário. Ao final de fevereiro, 96,12% do patrimônio líquido estava alocado em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), distribuídos em 49 operações, totalizando cerca de R$ 1,028 bilhão investido. 

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GAME11 conclui 3ª emissão e faz novas aquisições; veja quais

Em meio ao avanço das taxas de juros e à busca por previsibilidade de renda, o fundo imobiliário (FIIGAME11 reforçou sua estratégia de alocação em ativos prefixados e concluiu um novo ciclo de captação, mirando maior estabilidade nos rendimentos.

Em fevereiro, o fundo registrou resultado de R$ 0,090 por cota, impactado principalmente pela dinâmica do IPCA, principal indexador da carteira no período. Ainda assim, a distribuição foi mantida em R$ 0,100 por cota, com uso parcial das reservas acumuladas.

O montante distribuído superou o resultado do mês, reduzindo o saldo de reservas para R$ 0,074 por cota. A gestão sinaliza, no entanto, a intenção de manter esse colchão como ferramenta para suavizar eventuais oscilações nos proventos.

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FI-Infra da Nu Asset entrega até 105% do CDI e investe em novos ativos

O NUIF11FI-Infra da Nu Asset, registrou desempenho negativo em março, refletindo o ambiente de maior volatilidade no mercado de crédito e a abertura de spreads no segmento.

No período, a cota patrimonial do fundo recuou 1,6%, acompanhando o movimento de reprecificação dos ativos de infraestrutura. Já a cota de mercado apresentou queda mais moderada, de 0,9%, segundo dados divulgados pela gestão. O cenário foi marcado por um fluxo de resgates na indústria, o que contribuiu para uma menor demanda por ofertas primárias e pressionou os preços dos ativos no mercado secundário.

De acordo com o relatório gerencial, o principal impacto negativo veio da abertura de spreads e das estratégias de trading, que contribuíram com -1,8% no resultado. Além disso, o movimento das curvas de juros adicionou pressão adicional, com impacto de -1,3%.

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SNEL11 salta de 65 mil para 90 mil cotistas em três meses

Em menos de três meses, o SNEL11 saiu da marca de cerca de 65 mil cotistas para ultrapassar 90 mil investidores. Um crescimento de 25 mil cotistas somente neste ano. O avanço acompanha o aumento da visibilidade do fundo no mercado e a consolidação de sua estratégia de investimento em ativos de energia solar distribuída.

Além do crescimento na base, o fundo também apresentou evolução relevante em liquidez. Apenas em fevereiro, o volume negociado somou cerca de R$ 70 milhões, com média diária próxima de R$ 4 milhões.

Segundo Guilherme Barbieri, head de infraestrutura da Suno Asset, a maior liquidez tem sido um dos fatores que sustentam o interesse dos investidores. “O produto é muito líquido e permite uma boa possibilidade tanto para quem quer entrar quanto para quem quer sair”, afirmou.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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