MXRF11, CPTS11, IBBP11 e SNME11 são destaques do Bom Dia FIIs (27/5)
Os fundos imobiliários MXRF11, CPTS11, IBBP11 e SNME11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta quarta-feira (27). Na terça-feira (26), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.851,02 pontos, com queda de 12,85 pontos (-0,33%) em relação ao fechamento anterior.
Entre os fundos mais negociados do dia, o GARE11 (Guardian Logística) liderou o volume financeiro, com R$ 1,65 milhão movimentado e leve queda de 0,12%. Na sequência apareceram o MXRF11 (Maxi Renda Fundo de Investimento Imobiliário), com R$ 1,18 milhão negociado e recuo de 0,10%, e o CPTS11 (Capitania Securities II), com volume de R$ 886,79 mil e baixa de 0,52%.
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MXRF11: patrimônio de R$ 4,32 bi, 89 CRIs e 5 operações estressadas; veja raio-x do trimestre
CPTS11 lucra R$ 26,7 milhões e paga dividendos de 122,4% do CDI; veja valor
Fundo imobiliário estreia em junho com R$ 1 bilhão e foco em galpões industriais
SNME11 faz giro em carteira de FIIs e mantém dividend yield em 13%
Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:
MXRF11: patrimônio de R$ 4,32 bi, 89 CRIs e 5 operações estressadas; veja raio-x do trimestre
Maior fundo imobiliário do mercado brasileiro, com mais de 1,4 milhão de cotistas, o MXRF11 (Maxi Renda FII) encerrou o primeiro trimestre com patrimônio líquido de aproximadamente R$ 4,32 bilhões, carteira de 89 Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e cinco operações classificadas como “estressadas”, segundo divulgado pela XP Asset.
O período também foi marcado por resultado acumulado de R$ 0,287 por cota, distribuição média de R$ 0,098 por cota e uma reserva de correção monetária de R$ 12,74 milhões, equivalente a R$ 0,0276 por cota. O relatório, porém, não detalha quais ativos receberam a classificação de estresse nem informa qual é a participação dessas operações dentro da carteira do fundo.
Ao final de março, o MXRF11 mantinha uma carteira de crédito composta por 89 CRIs. Segundo a classificação apresentada pela gestora, 82 operações estavam enquadradas como normais; duas operações apareciam em categoria de alerta e cinco operações estavam classificadas como estressadas.
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CPTS11 lucra R$ 26,7 milhões e paga dividendos de 122,4% do CDI; veja valor
O fundo imobiliário CPTS11 apurou resultado de R$ 26,755 milhões em abril, após registrar R$ 38,016 milhões em receitas no período. As despesas consumiram R$ 11,261 milhões, levando ao resultado final informado pelo fundo no mês. A leitura de mercado do fundo CPTS11 em abril foi marcada por desconto patrimonial e retorno inferior aos principais referenciais.
A cota encerrou o mês a R$ 7,93, enquanto a cota patrimonial era de R$ 8,85, diferença que representava desconto de aproximadamente 10,4%. No mesmo período, a rentabilidade a mercado ficou positiva em 0,48%, mas a rentabilidade patrimonial foi negativa em 0,81%. O IFIX avançou 1,53% e o IMA-B subiu 1,81%.
Com base no preço de fechamento de R$ 7,93 em 30 de abril de 2026, o fundo apresentava yield implícito de IPCA + 10,64% ao ano. Esse retorno é informado líquido das taxas de administração e gestão e isento de imposto de renda sobre os dividendos. A distribuição de dividendos do CPTS11 referente ao resultado de abril foi de R$ 0,09 por cota, com pagamento realizado em 20 de maio de 2026.
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Fundo imobiliário estreia em junho com R$ 1 bilhão e foco em galpões industriais
O mercado de FIIs pode ganhar em junho um novo player focado em galpões industriais. A Invista Real Estate prepara o lançamento do IVBP11, fundo imobiliário que reunirá ativos hoje distribuídos entre o IBBP11 e parte do XPIN11, formando um portfólio superior a R$ 1 bilhão em valor patrimonial.
A proposta mira um segmento ainda pouco explorado no mercado de capitais brasileiro: imóveis industriais voltados a grandes multinacionais, em contraste com a maior concentração atual em galpões logísticos tradicionais.
Em entrevista ao canal do Prof. Baroni, Marcelo Rainho, gestor da Invista Real Estate, afirmou que o fundo nascerá com mais de 30 inquilinos, de diferentes setores da economia e múltiplas nacionalidades. A conversa foi gravada no evento FII Experience, em março.
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SNME11 faz giro em carteira de FIIs e mantém dividend yield em 13%
O fundo imobiliário SNME11 encerrou abril com resultado distribuível de aproximadamente R$ 1,08 milhão e manteve a distribuição de R$ 0,10 por cota aos investidores, equivalente a um dividend yield anualizado de cerca de 13,34%.
Segundo relatório gerencial divulgado pela gestora, o fundo fechou o período com cota de mercado em R$ 9,53 e cota patrimonial em R$ 9,55, resultando em relação P/VP próxima de 1,00 vez.
A carteira do fundo segue concentrada majoritariamente em FIIs, que representam aproximadamente 69% da alocação, enquanto os CRIs somam cerca de 13% e o caixa corresponde a 17% do patrimônio.
O fundo também encerrou abril com yield médio da carteira de CRIs próximo de 19,04% e duration reduzida de aproximadamente 0,5 ano, característica que reduz exposição a oscilações mais longas de juros.
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