BTCI11 vê lucro saltar 27% e paga dividendos de 1,13%; veja valores

BTCI11 vê lucro saltar 27% e paga dividendos de 1,13%; veja valores
BTCI11 vê lucro saltar 27% e paga dividendos de 1,13%. Foto: Pexels

O fundo imobiliário BTCI11 registrou resultado de R$ 13,087 milhões em maio, alta de 27,48% sobre os R$ 10,266 milhões de abril. O número veio de uma receita de R$ 14,063 milhões, descontadas despesas de R$ 976 mil.

A partir desse resultado, a distribuição somou R$ 10,45 milhões, ou R$ 0,105 por cota, o que corresponde a uma rentabilidade mensal de 1,13%. O mesmo valor de R$ 0,105 por cota foi pago aos cotistas em junho. 

O fundo imobiliário BTCI11 encerrou o mês com patrimônio líquido de R$ 1,02 bilhão e valor de mercado de R$ 921,6 milhões, com cota patrimonial de R$ 10,23 e cota de mercado a R$ 9,26.

Movimentações e carteira do BTCI11

No mês, o fundo alocou no CRI BTLC, estruturado internamente, para antecipar à Log CP a última parcela referente à venda de ativos para o BTLC11. 

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Como garantia da operação, o FII BTCI11 detém a fração ideal dos imóveis objeto da transação equivalente à parcela antecipada. 

Essa aquisição foi feita no mercado primário, a uma taxa de CDI + 1,15%, ao lado de alocações de carrego pontuais em ativos táticos, que a gestão aponta como contribuição para a rentabilidade da posição de caixa enquanto seleciona novos ativos.

Ao fim de maio, 96% do patrimônio líquido estava alocado em 32 operações, com o caixa mantido em nível compatível com as necessidades operacionais e as obrigações recorrentes. 

A gestão afirma seguir na originação e análise de novas oportunidades, com foco em ativos de garantias robustas e diversificação adequada.

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Na divisão por segmento, o logístico é o de maior peso na carteira do fundo BTCI11, com 39% do patrimônio líquido. 

Para a gestão, os fundamentos do setor seguem favoráveis, sustentados pela combinação de demanda resiliente e oferta limitada de ativos de qualidade, o que ajuda a manter a ocupação em níveis saudáveis e a pressionar aluguéis para cima em várias regiões do país.

O residencial responde por outros 25% do patrimônio. A gestão avalia que os fundamentos de longo prazo são positivos, apesar dos custos de construção ainda elevados, e vê na trajetória de juros um vetor importante para o setor. 

No cenário traçado, uma eventual flexibilização adicional das condições financeiras tenderia a sustentar a demanda por imóveis e a melhorar as condições de financiamento, com potencial benefício maior para os segmentos de média e alta renda, enquanto a demanda estrutural por moradia e o desempenho do MCMV seguem como sustentação da atividade, segundo o BTCI11.

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