Novos dividendos do BTHF11 já foram anunciados; confira o valor
Está definido o rendimento de agosto do fundo imobiliário BTHF11. Serão R$ 0,101 por cota, mesmo valor que o fundo vem pagando, com distribuição a ser realizada em 15 de setembro de 2026.
Sobre a cotação de R$ 8,97, os dividendos do BTHF11 equivalem a cerca de 1,13% no mês, de modo que quem tiver 100 cotas na data de corte recebe R$ 10,10, e uma posição de 1.000 cotas rende R$ 101,00.
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Para entrar na distribuição, era preciso ter o papel em carteira até o fim do pregão de 8 de setembro de 2026, data de corte do provento.
Os rendimentos são isentos de Imposto de Renda para a pessoa física, observadas as condições da legislação.
A ampliação da carteira de CRIs do BTHF11
O fundo imobiliário BTHF11 encerrou agosto de 2026 com a carteira dividida principalmente entre fundos imobiliários e CRIs.
Segundo a gestão, 42% do portfólio estava em FIIs de tijolo, 18% em FIIs de papel e 24% em CRIs, com o caixa em 12% e ações e ativos reais em cerca de 1% cada.
No mês, o fundo movimentou cerca de R$ 60 milhões no mercado secundário, com recomposição líquida de caixa de R$ 50,2 milhões.
Entre os ajustes na parcela de FIIs, a gestão destacou operações de venda short com ativos em emissão, como MXRF11 e BTLG11, além da redução da exposição ao BTCI11.
Parte dos recursos foi direcionada a ampliar a exposição a títulos de IPCA com prazos mais longos.
O FII BTHF11 integralizou R$ 88 milhões em CRIs no período, incluindo operações ligadas a Atlas, Mercado Livre em Cajamar e Amazon em Cajamar, o que levou a carteira de crédito a cerca de R$ 492 milhões, distribuídos em 41 ativos.
A carteira de FIIs e a compra de shopping do BTHF11
Na parcela de FIIs, que somava cerca de R$ 1,20 bilhão, o fundo mantinha exposição a 46 ativos, com BTRU11, IRIM11, BTHI11 e HTMX11 entre as maiores posições.
Considerando apenas os fundos, os segmentos de maior presença eram fundos de CRI, renda urbana e hotelaria, seguidos por logística, corporativo e shoppings.
Outra atualização envolve a compra de 76% do Shopping Pátio Cianê, em Sorocaba, por R$ 220,4 milhões. A operação foi estruturada com pagamentos em diferentes etapas e assunção de R$ 67 milhões em dívida.
O empreendimento tem cerca de 140 lojas e, considerando a participação adquirida, aproximadamente 19,5 mil metros quadrados de ABL própria, movimento que reforça a estratégia do fundo de diversificar também por ativos imobiliários no BTHF11.