BTHF11 anuncia novos dividendos com yield de 1,14%; confira valor
O fundo imobiliário BTHF11 anunciou uma nova distribuição de dividendos aos cotistas. O pagamento será de R$ 0,101 por cota, referente ao resultado de julho de 2026, cujos números ainda não foram anunciados. Esse valor se repete pelo 7º mês seguido.
Terão direito aos rendimentos os investidores posicionados no fundo ao final do pregão de 7 de agosto de 2026, data de corte definida para a distribuição. O depósito dos recursos está programado para 14 de agosto de 2026.
Considerando a cotação de R$ 8,85 registrada no fechamento de julho, os dividendos do BTHF11 correspondem a um dividend yield de aproximadamente 1,14% no período.
Assim, um investidor com 100 cotas na data de corte, por exemplo, terá direito a R$ 10,10 em rendimentos, antes de considerar eventuais particularidades tributárias aplicáveis ao cotista.
O comunicado informa ainda que os rendimentos do BTHF11 são isentos de Imposto de Renda para pessoas físicas que atendam aos requisitos previstos na legislação.
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BTHF11 divulga atualizações da carteira e reforça carteira de crédito
O fundo imobiliário BTHF11 realizou mudanças relevantes em sua carteira ao longo de julho de 2026, segundo as informações mais recentes divulgadas pelo fundo.
Entre as principais movimentações esteve o encerramento da posição em TRXF11, concluindo um processo de desinvestimento iniciado em dezembro de 2025, quando o fundo vendeu EZTB em troca de cotas do fundo imobiliário.
Durante julho, o fundo movimentou cerca de R$ 123 milhões no mercado secundário e recompôs R$ 52,2 milhões em caixa.
Parte desses recursos foi direcionada para ampliar a exposição a ativos indexados ao IPCA e com prazos mais longos. Nesse movimento, o FII BTHF11 integralizou R$ 30 milhões em cotas mezanino do Itaú Log CP e outros R$ 13 milhões no CRI JHSF.
Ao fim do mês, a carteira estava distribuída entre 39% em FIIs de tijolo, 24% em FIIs de papel e 20% em CRIs. O restante estava alocado principalmente em caixa, além de participações menores em ativos reais e ações.
Entre as maiores posições em FIIs de tijolo estavam BTRU11, BTHI11 e HTMX11, enquanto o IRIM11 aparecia como a principal exposição entre os FIIs de papel.
Na parcela de crédito, o portfólio reunia 42 CRIs, com cerca de R$ 410 milhões investidos. A estratégia estava majoritariamente concentrada em títulos indexados ao IPCA, que representavam 63,8% dessa carteira, seguida pelo CDI, com 34,3%.
Já entre os ativos reais, o fundo mantinha exposição à Torre B do EZ Tower por meio de um FII monoativo controlado pelo próprio BTHF11. O edifício estava 91% ocupado conforme o relatório de julho.