PVBI11, RZTR11 e PMLL11 são destaques do Bom Dia FIIs (26/6)
Os fundos imobiliários PVBI11, RZTR11 e PMLL11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta terça-feira (26). Na segunda-feira (25), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.863,87 pontos, com alta de 8,78 pontos em relação ao fechamento anterior. O avanço representou valorização de 0,23% no dia.
Durante a sessão, o índice de fundos imobiliários oscilou entre a mínima de 3.855,00 pontos e a máxima de 3.864,78 pontos. A abertura ocorreu em 3.855,05 pontos, enquanto o fechamento da véspera havia sido de 3.855,09 pontos.
Entre os fundos mais negociados do pregão, o SNEL11 (Suno Energias Limpas FII) movimentou R$ 2,31 milhões de cotas e avançou 0,24%. Na sequência apareceram o MXRF11 (Maxi Renda FII), com volume de R$ 1,26 milhão de cotas e alta de 0,61%; e o GGRC11 (GGR Covepi Renda FII), com R$ 1,19 milhão de cotas e queda de 0,2%.
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PVBI11 vê lucro saltar 26% e vacância pode subir; entenda detalhes
RZTR11 paga dividendos de 1,11% e explica estratégia atual; veja valor
PMLL11: fundo lucra R$ 10,4 milhões e divulga atualizações da carteira
Dólar abaixo de R$ 5: o que explica a queda da moeda e como investir neste cenário
Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:
PVBI11 vê lucro saltar 26% e vacância pode subir; entenda detalhes
O fundo imobiliário PVBI11 fechou abril com avanço no resultado. O FII apurou resultado distribuível de R$ 12,778 milhões, alta de 26,3% em relação a março. As receitas dp PVBI11 somaram R$ 15,433 milhões, enquanto as despesas totais ficaram em R$ 2,654 milhões.
Parte desse desempenho teve origem em um efeito não recorrente, que foi a multa rescisória relacionada à saída da Julius Baer, que adicionou R$ 0,08 por cota ao resultado de abril. Mesmo com o pagamento de R$ 0,40 por cota, o FII PVBI11 encerrou o mês com reserva acumulada de R$ 0,23 por cota.
O fundo também terminou abril sem alavancagem, sem obrigações por aquisição de imóveis e sem endividamento financeiro. Na parte operacional, a vacância física do fundo PVBI11 apresentou leve queda em abril, passando de 18,7% para 18,5%. A vacância financeira também recuou marginalmente, de 20,0% para 19,9%.
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RZTR11 paga dividendos de 1,11% e explica estratégia atual; veja valor
O fundo imobiliário RZTR11 apurou resultado distribuível de R$ 18,911 milhões em abril. No período, as receitas alcançaram R$ 20,947 milhões, enquanto as despesas totais ficaram em R$ 2,036 milhões.
A distribuição de dividendos do RZTR11 aos cotistas foi de R$ 1,00 por cota, valor que representou dividend yield mensal de 1,11%. No mercado secundário, a cota passou de R$ 94,98 para R$ 90,08 ao longo do mês. O retorno bruto total informado para o período foi de 5,16%.
O portfólio do FII RZTR11 reúne 24 ativos, com área total de 84.075 hectares. Considerando a avaliação de mercado dos imóveis e o caixa disponível, o fundo soma R$ 3,829 bilhões. Na parte operacional, os contratos de arrendamento apresentam prazo médio final de 10 anos. A taxa média contratada é de 15,01%, indicador que mostra o nível médio de retorno previsto nas operações de arrendamento.
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PMLL11: fundo imobiliário lucra R$ 10,4 milhões e divulga atualizações da carteira
O fundo imobiliário PMLL11 registrou resultado distribuível de R$ 10,429 milhões em abril. O desempenho mensal veio a partir de receitas totais de R$ 12,376 milhões, enquanto as despesas do período somaram R$ 1,947 milhão.
Em termos por cota, a receita do mês correspondeu a R$ 0,89, com resultado distribuível de R$ 0,75 por cota. Segundo os dados divulgados, o resultado não teve impacto de efeitos não recorrentes. A distribuição de dividendos do PMLL11 foi de R$ 1,00 por cota, paga em 15 de abril, em linha com o guidance indicado pela gestão para o primeiro semestre de 2026. O dividend yield anualizado, considerando o intervalo entre maio de 2025 e abril de 2026, ficou em 10,3% sobre a cota patrimonial e em 10,9% sobre a cota de fechamento.
A estrutura do FII PMLL11 também conta com alavancagem de 10,3%, contratada com o objetivo de viabilizar o crescimento da carteira sem pressionar a estrutura de capital do fundo.
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Dólar abaixo de R$ 5: o que explica a queda da moeda e como investir neste cenário
O dólar acumula forte desvalorização frente ao real em 2026. Depois de encerrar o pregão de 18 de dezembro de 2024 em R$ 6,27, a moeda norte-americana voltou a ser negociada abaixo de R$ 5 pela primeira vez em dois anos. No acumulado deste ano, a queda se aproxima de 9%, enquanto a desvalorização em 12 meses supera 11%.
A discussão sobre os próximos passos da moeda ganhou ainda mais relevância diante desse movimento. Em meio a esse cenário, a Suno realiza nesta terça-feira (26), às 19h, uma live gratuita sobre investimentos internacionais e dolarização de patrimônio. O encontro vai abordar como investidores brasileiros utilizam ativos no exterior para diversificar o patrimônio e acessar oportunidades fora do mercado doméstico.
A queda recente do dólar também levou instituições financeiras a revisarem suas projeções para o câmbio. A XP Investimentos reduziu sua estimativa para a moeda norte-americana no fim de 2026 de R$ 5,30 para R$ 5,00. Já o BTG Pactual cortou sua projeção para este ano de R$ 5,20 para R$ 4,90.
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