Gestão responde se XPML11 pode quebrar e TRXF11 conclui venda de imóvel; veja as mais lidas da semana

A gestão respondeu se o XPML11 pode quebrar? O TRXF11 concluiu a venda de um imóvel? Confira as mais lidas da semana.

Gestão responde se XPML11 pode quebrar e TRXF11 conclui venda de imóvel; veja as mais lidas da semana
Gestão responde se XPML11 pode quebrar e TRXF11 conclui venda de imóvel. Foto: iStock

A notícia mais lida da semana foi sobre a declaração do gestor do XPML11, que afirmou que o fundo “não vai quebrar” e detalhou a estratégia de alavancagem.

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Outro destaque foi o TRXF11, que concluiu a venda de um imóvel e divulgou o valor por cota da operação.

O CPTS11 também chamou atenção ao projetar os dividendos que pretende distribuir até o final do ano.

Já o TGAR11 realizou um investimento de R$ 19 milhões em ativos atrelados a IPCA + 11,88%, ampliando seu portfólio.

Por fim, o SNEL11 reforçou o potencial do setor de energia renovável, mostrando que essa tese já é realidade no mercado.

Confira abaixo um resumo com as notícias mais lidas da semana no mercado de FIIs e Fiagros.

1. “XPML11 não vai quebrar”: gestor explica alavancagem do FII

O gestor Felipe Teatini reforçou que o fundo imobiliário XPML11 não enfrenta risco de quebra, apesar das preocupações do mercado. Segundo ele, o fundo tem cerca de R$ 780 milhões em pagamentos previstos, já considerando juros, e uma captação próxima de R$ 350 milhões em andamento, conforme relatórios recentes.

Ele explicou que o endividamento está no mesmo patamar dos últimos anos, mas o custo de capital hoje pesa mais por causa da Selic a 15% ao ano. O gestor admitiu que o grande desafio é a obrigação financeira em dezembro, mas afirmou estar confiante no fluxo de caixa para honrar os compromissos.

2. TRXF11 conclui venda de imóvel; saiba o valor por cota

O fundo imobiliário TRXF11 anunciou a venda do imóvel Assaí Teresina, no Piauí, por R$ 69 milhões, dentro de sua estratégia de reciclagem de portfólio. A operação gera um lucro líquido estimado em R$ 7,1 milhões para o TRXB11, o equivalente a R$ 1,90 por cota, com uma TIR próxima de 10,5% ao ano, ou 131,7% do CDI.

Para o TRXF11, principal investidor do fundo, o ganho projetado é de R$ 0,22 por cota. O pagamento foi estruturado com R$ 44 milhões à vista, dos quais R$ 43,3 milhões serviram para recomprar créditos de um CRI da Bari Securitizadora, além de R$ 25 milhões em 25 parcelas de R$ 1 milhão. 

3. CPTS11 projeta dividendos que pagará até o fim do ano; confira

O fundo imobiliário CPTS11 registrou em julho um resultado líquido de R$ 27,719 milhões, ligeiramente acima dos R$ 27,487 milhões de junho. As receitas somaram R$ 38,989 milhões, frente a despesas de R$ 11,27 milhões, resultando em distribuição de R$ 0,086 por cota.

A gestora do fundo projetou dividendos entre R$ 0,075 e R$ 0,095 por cota até o fim do ano. Mantendo-se no centro desse intervalo, a rentabilidade anualizada pode chegar a 15%, considerando a cotação de julho como referência. Em cenários mais positivos, o yield ultrapassaria 16,5% ao ano, enquanto em condições menos favoráveis ficaria em torno de 13,09%.

4. TGAR11 investe R$ 19 mi em ativos com taxa IPCA + 11,88%

O fundo imobiliário TGAR11 movimentou R$ 81 milhões em junho, média de R$ 4,05 milhões por dia. A carteira de crédito foi destaque, com a venda de seis operações que somaram R$ 31,6 milhões e a compra de cinco novas no valor de R$ 19 milhões, com taxas de IPCA + 11,88% ao ano e CDI + 4,00% ao ano.

Em julho, o fundo distribuiu R$ 1,00 por cota, equivalente a um dividend yield mensal de 1,08% e 13,82% ao ano. A reserva de resultados fechou em R$ 0,04 por cota. Em termos de receitas, o equity foi responsável por 85,5% do faturamento de junho, enquanto a carteira de crédito respondeu por 9%. O total de receitas do mês foi de R$ 24,16 milhões.

5. Energia renovável já é presente: SNEL11 mostra potencial do setor

A Agência Internacional de Energia afirmou que as fontes renováveis já deixaram de ser promessa de longo prazo e se tornaram realidade no presente. Segundo estudo recente, a expectativa é que até 2026, ou até antes, dependendo das condições de mercado, a produção renovável ultrapasse o carvão como principal matriz energética global.

O avanço ocorre em meio ao aumento da demanda mundial por energia, que deve crescer 3,3% em 2025 e 3,7% em 2026. As modalidades solar e eólica devem alcançar 19% do consumo mundial em 2026, contra 15% em 2024, enquanto a hidrelétrica seguirá representando outros 14%. O estudo reforça a transição para uma matriz mais sustentável e diversificada, liderada por hidrelétricas, painéis solares e turbinas eólicas.

Assim, do XPML11 ao TGAR11, essas foram as notícias mais lidas da semana do mercado de fundos imobiliário e Fiagros.

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