VGIR11, TRXY11, RBRX11 e VGIP11 são destaques do Bom Dia FIIs (23/1)

VGIR11, TRXY11, RBRX11 e VGIP11 são destaques do Bom Dia FIIs (23/1)
VGIR11, TRXY11, RBRX11 e VGIP11 são destaques do Bom Dia FIIs (23/1)

Os fundos VGIR11, TRXY11 e VGIP11 são destaques do Bom Dia FIIs desta sexta-feira (23). Na quinta (22), o IFIX encerrou o pregão aos 3.820,20 pontos, com alta de 0,21%, equivalente a um avanço de 7,89 pontos em relação ao fechamento anterior, segundo dados da B3.

Ao longo de toda a sessão, o índice de fundos imobiliários permaneceu acima do patamar dos 3.800 pontos, refletindo um movimento de oscilações moderadas durante o dia.

No pregão, o IFIX registrou mínima de 3.812,31 pontos e máxima de 3.823,56 pontos. Esse nível máximo coincide com a maior cotação observada pelo índice no intervalo das últimas 52 semanas, conforme os dados de referência divulgados pela bolsa.

Com o resultado do dia, o índice terminou o pregão próximo da máxima intradiária, mantendo-se em níveis elevados em comparação às sessões recentes, rompendo, ao final, a barreira dos 3.820 pontos.

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VGIR11 lucra mais de R$ 16 milhões e dividendos rendem CDI+1,4% ao ano
RBRX11 se destaca entre hedge funds imobiliários, aponta análise da XP
TRXY11 abre 3ª emissão e pode captar até R$ 375 milhões
Lucro do VGIP11 supera R$ 8,04 milhões e FII paga dividendos de IPCA+8,8%

Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

VGIR11 lucra mais de R$ 16 milhões e dividendos rendem CDI+1,4% ao ano

O fundo imobiliário VGIR11 registrou um resultado de R$ 16,03 milhões em dezembro, valor inferior ao observado em novembro, quando o fundo havia alcançado R$ 20,652 milhões. 

A geração de receitas do VGIR11 permaneceu em R$ 20,652 milhões, enquanto as despesas totalizaram R$ 5,981 milhões ao longo do mês. Os rendimentos pagos aos cotistas somaram R$ 18,993 milhões, o que corresponde a R$ 0,13 por cota. 

Esse pagamento, referente ao desempenho de dezembro de 2025, representou uma rentabilidade líquida equivalente a CDI acrescido de 1,4% ao ano, tomando como base o valor patrimonial da cota ao fim de novembro. No acumulado dos últimos 12 meses, foi distribuído R$ 1,49 por cota em dividendos do VGIR11, o que equivale a uma rentabilidade líquida de CDI + 2,0% ao ano sobre a cota patrimonial.

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RBRX11 se destaca entre hedge funds imobiliários, aponta análise da XP

A XP recomendou compra do fundo imobiliário RBR Plus Multiestratégia Real Estate (RBRX11), apontando uma combinação de desempenho histórico acima da média e perspectivas positivas com a incorporação do RBRF11. Segundo a casa, o fundo reúne condições para seguir entregando resultados consistentes mesmo em um cenário ainda desafiador para ganhos de capital no mercado imobiliário.

Na avaliação da XP, um dos principais pilares da tese é o histórico sólido de geração de retorno. Desde sua estreia, o RBRX11 acumulou uma rentabilidade equivalente a 104,9% do IFIX quando considerada a variação da cota de mercado, desempenho que já o posiciona acima de parte relevante dos pares no segmento de hedge funds imobiliários.

Quando a análise é feita pela ótica da rentabilidade patrimonial ajustada — métrica que, segundo a XP, reflete melhor o desempenho da gestão e do portfólio diante do elevado deságio da cota em relação ao valor patrimonial — o resultado é ainda mais expressivo. Nessa base, o retorno do fundo alcança 223,9% do IFIX, superando com folga a média dos fundos listados com estratégia semelhante.

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TRXY11 abre 3ª emissão e pode captar até R$ 375 milhões

fundo imobiliário TRXY11 abriu sua terceira emissão de cotas. A nova oferta prevê a distribuição primária de até 32,9 milhões de cotas, com potencial de captação inicial de R$ 300 milhões, que pode chegar a aproximadamente R$ 375 milhões com o exercício de um lote adicional de até 25%.

A movimentação ocorre poucos meses após o encerramento da segunda emissão do fundo, concluída em agosto de 2025, quando foram captados R$ 115,7 milhões, já considerando o exercício parcial do lote adicional. Na ocasião, a emissão ampliou a base de capital do fundo e abriu espaço para novas alocações dentro da estratégia multiestratégia adotada pela gestora.

Agora, com a terceira emissão, o TRXY11 busca ganhar escala e reforçar sua capacidade de investimento em diferentes frentes do mercado imobiliário. A proposta é manter flexibilidade para atuar tanto em crédito estruturado quanto em ativos listados e operações voltadas a ganho de capital.

Na terceira emissão, serão ofertadas inicialmente 32.930.846 novas cotas, ao preço de R$ 9,11 por cota. Com a taxa de distribuição primária de R$ 0,21, o preço de subscrição será de R$ 9,32 por cota. A aplicação mínima é de 100 cotas, equivalente a R$ 932, exceto para cotistas que exercerem o direito de preferência.

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Lucro do VGIP11 supera R$ 8,04 milhões e FII paga dividendos de IPCA+8,8%

O fundo imobiliário VGIP11 registrou em dezembro um resultado de R$ 8,042 milhões, número inferior ao apurado em novembro, quando o lucro havia alcançado R$ 11,102 milhões. 

No mesmo intervalo, as receitas do VGIP11 totalizaram cerca de R$ 9,012 milhões, enquanto as despesas ficaram próximas de R$ 969,62 mil. Os cotistas receberam R$ 8,368 milhões em rendimentos do VGIP11, o que corresponde a R$ 0,71 por cota. 

Esse pagamento representa uma rentabilidade líquida equivalente a IPCA mais 8,8% ao ano, considerando como base o valor patrimonial da cota registrado em novembro de 2025.

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foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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