RBRY11 tem maior lucro em 3 meses; confira os investimentos do mês
O fundo imobiliário RBRY11 apurou resultado distribuível de R$ 14,564 milhões em abril, em um mês marcado por receitas de R$ 29,339 milhões e despesas totais de R$ 1,389 milhão. Esse é o maior resultado dos últimos 3 meses.
No valor por cota, o resultado distribuível chegou a R$ 1,14. Ainda assim, a distribuição de dividendos do RBRY11, realizada em 19 de maio, foi de R$ 1,00 por cota.
Nos últimos 12 meses, a média de rendimentos do RBRY11 ficou em R$ 1,16 por cota. Nesse intervalo, os pagamentos recentes oscilaram entre R$ 1,00 e R$ 1,25 por cota.
Ao fim de abril, o fundo mantinha 98,6% do patrimônio líquido investido. A maior parte da carteira estava concentrada em CRIs e operações estruturadas, que representavam 92,4% do patrimônio líquido.
A rentabilidade média ponderada dos ativos era de 16,5% ao ano, equivalente a CDI + 2,4% ao ano. O portfólio apresentava prazo médio de 2,0 anos e spread médio de 2,5% ao ano.
Alocação do fundo imobiliário RBRY11
Durante o mês, o RBRY11 fez novas alocações em diferentes operações de crédito. Foram investidos R$ 4,8 milhões no CRI Bild, R$ 4,4 milhões no CRI Pulverizado MK CDI, R$ 2,3 milhões no CRI MOS Jardins e Pinheiros II, R$ 0,9 milhão no CRI Tael, Série VII, e R$ 0,4 milhão no CRI Tael, Série III. A taxa média ponderada dessas movimentações foi de CDI + 4,1% ao ano.
Também em abril, o fundo zerou sua exposição aos CRIs Pernambuco e Pernambuco Aurora, que somavam R$ 34 milhões. Além disso, reduziu em R$ 11 milhões a posição no FII RBRR11.
Segundo a estratégia apresentada, os movimentos estão alinhados ao objetivo de concentrar a carteira em ativos indexados ao CDI.
A carteira do fundo imobiliário RBRY11 era formada por 54 CRIs e uma operação estruturada. Por segmento, a maior exposição estava no setor residencial, com 87% do portfólio. O setor logístico respondia por 11%, enquanto escritórios representavam 1% e loteamento, 0,5%.
Na distribuição geográfica, São Paulo seguia como principal mercado do fundo, com 71,7% da carteira. As demais exposições estavam divididas entre ativos pulverizados, com 17,8%, Minas Gerais, com 4,0%, Goiás, com 3,2%, Bahia, com 2,2%, e Paraná, com 1,2%.
Entre as maiores posições do portfólio, o destaque era o FII Casas AAA, equivalente a 12,08% do patrimônio líquido.
Na sequência apareciam o CRI Yuny Jardim Paulista Série I, com 8,51%, o CRI XPLG AAA CDI – Série II, com 8,42%, o CRI Exdo – Sênior, com 4,81%, e o CRI MOS Jardins e Pinheiros II, com 3,97%. Já os demais CRIs com participações individuais inferiores a 1,20% reuniam 13,14% do portfólio do RBRY11.