Os dividendos do VGHF11 já saíram e o retorno é de 1,12% ao mês; veja valor

Os dividendos do VGHF11 já saíram e o retorno é de 1,12% ao mês; veja valor
Os dividendos do VGHF11 já saíram e o retorno é de 1,12% ao mês. Foto: Pixabay

O fundo imobiliário VGHF11 anunciou a manutenção dos dividendos referentes à competência de maio de 2026. 

O valor será de R$ 0,07 por cota, mesmo patamar de dividendos do VGHF11 observado de forma recorrente desde novembro de 2025.

O pagamento dos rendimentos do VGHF11 está previsto para 8 de junho de 2026. Terão direito ao recebimento os investidores que estavam posicionados no fundo ao fim do pregão de 29 de maio de 2026, data-base definida para a distribuição.

Considerando a cotação de fechamento de abril, de R$ 6,23, o rendimento anunciado corresponde a um Dividend Yield mensal aproximado de 1,12%. 

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Como ocorre com os fundos imobiliários, os dividendos pagos a pessoas físicas podem ser isentos de Imposto de Renda, desde que respeitadas as regras previstas na legislação.

FII VGHF11 movimenta carteiras em abril

Na carteira VALOR, o fundo imobiliário VGHF11 realizou vendas líquidas de R$ 730 mil, concentradas em cotas de fundos imobiliários líquidos. Após essas operações, essa carteira passou a responder por 52,5% dos ativos-alvo, ante 53,0% no mês anterior.

Já na carteira RENDA, o fundo fez compras de R$ 23,0 milhões. O principal movimento foi a aquisição de R$ 20,8 milhões do CRI Helbor 86E. No mesmo segmento, as vendas somaram R$ 13,0 milhões, envolvendo CRIs e FIIs líquidos.

Com essas movimentações, a carteira RENDA encerrou abril com participação de 47,5% nos ativos-alvo, acima dos 47,0% registrados no mês anterior.

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VGHF11 encerra abril com 137 ativos na carteira

Ao fim de abril, o FII VGHF11 tinha 103,5% do patrimônio líquido alocado em ativos-alvo, distribuídos em 137 ativos diferentes. O volume total desses ativos somava R$ 1,453 bilhão.

Além disso, o fundo mantinha R$ 42,8 milhões em operações compromissadas reversas de CRIs, montante equivalente a 3,0% do patrimônio líquido, com custo médio de CDI + 0,84% ao ano.

Na composição por tipo de ativo, os FIIs representavam a maior fatia, com 55,5% dos ativos-alvo. Em seguida apareciam os CRIs, com 28,5%, e as SPEs, com participação de 14,3%.

Quando observada a divisão por estratégia, os ativos líquidos do VGHF11, compostos por FIIs e ações, somavam 38,1%. Os Ativos Ilíquidos, formados por FIIs, SPEs e FIDC Sub, representavam 32,4%, enquanto os ativos de Crédito, compostos por CRIs e FIDC Sênior, correspondiam a 29,5%.

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