GARE11, GGRC11, XPCI11 e SNEL11 são destaques do Bom Dia FIIs (5/8)
Os fundos imobiliários GARE11, GGRC11, XPCI11 e SNEL11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta quarta-feira (5). Na terça-feira (4), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.784,38 pontos, com leve queda de 0,03%, o equivalente a 1,14 ponto em relação à véspera.
Entre os fundos imobiliários mais negociados da sessão, o MXRF11 liderou em volume financeiro, com 2,11 milhões de cotas negociadas e alta de 1,07%. Na sequência, apareceram GGRC11, com 1,23 milhão de cotas negociadas e queda de 0,91%; GARE11, com 966,69 mil cotas negociadas e alta de 0,12%; VGHF11, com 956,6 mil cotas negociadas e recuo de 3,01%; e SNEL11, com 940,46 mil cotas negociadas e baixa de 0,96%.
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GARE11 conclui compra de galpão logístico em Itapevi por R$ 119,8 milhões
GGRC11 anuncia dividendos com yield de 1%; veja quem recebe
XPCI11 eleva resultado e entrega dividendos de 14,3% ao ano; veja valores
SNEL11: China acelera transição energética e amplia espaço para renováveis
Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:
GARE11 conclui compra de galpão logístico em Itapevi por R$ 119,8 milhões
O fundo imobiliário GARE11 (Guardian Real Estate) concluiu, por meio do Guardian Prime Log FII, a aquisição de um galpão logístico localizado em Itapevi (SP) pelo valor de R$ 119,81 milhões, reforçando a estratégia de ampliar sua exposição ao segmento logístico.
A operação foi estruturada com pagamento parcelado. A primeira parcela, de R$ 101,7 milhões, foi quitada na assinatura da escritura. O saldo será pago em julho de 2028, com correção pelo IPCA.
De acordo com a Guardian, a aquisição deverá proporcionar uma rentabilidade média ponderada de dois dígitos nos cinco primeiros anos, já descontados os custos da operação. A gestora afirma ainda que o retorno esperado supera o guidance atual de dividendos do fundo, sem considerar eventuais reajustes reais nos aluguéis do imóvel. O impacto da aquisição sobre a estrutura de capital do GARE11 será limitado, restando apenas uma obrigação futura de aproximadamente R$ 18 milhões.
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GGRC11 anuncia dividendos com yield de 1%; veja quem recebe
O GGRC11 anunciou a distribuição de R$ 0,10 por cota em rendimentos aos seus cotistas, conforme comunicado divulgado ao mercado. Terão direito ao provento os investidores que estavam posicionados no fundo ao encerramento do pregão de 3 de agosto, data-base definida para a distribuição.
O pagamento dos dividendos será realizado em 10 de agosto de 2026. Considerando o preço de fechamento da cota em 31 de julho, de R$ 10,03, o rendimento corresponde a um dividend yield mensal de aproximadamente 1%.
O fundo imobiliário GGRC11 finalizou junho com uma série de movimentações em seu portfólio, incluindo a conclusão de quatro aquisições de galpões logísticos, um acordo para venda de imóveis, reavaliação patrimonial positiva e avanços em sua estratégia institucional. No mês, o GGRC11 registrou resultado de R$ 23,37 milhões.
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XPCI11 eleva resultado e entrega dividendos de 14,3% ao ano; veja valores
O fundo imobiliário XPCI11 apurou resultado de R$ 8,588 milhões em junho, alta de 3% sobre maio. As receitas totais somaram R$ 9,210 milhões, enquanto as despesas ficaram em R$ 622 mil no período.
A distribuição foi de R$ 0,95 por cota, paga em 14 de julho de 2026 aos detentores de cotas em 30 de junho. Sobre a cotação de fechamento do mês, de R$ 84,82, os rendimentos do XPCI11 representam um dividend yield anualizado de 14,30%, ou 17,01% considerando o gross-up de 15% de impostos.
Os rendimentos e ganhos de capital apurados em regime de caixa somaram R$ 0,99 por cota, o equivalente a R$ 8,59 milhões. O book de CRIs foi a principal fonte, com R$ 8,23 milhões, enquanto a carteira de FIIs gerou R$ 0,48 milhão.
O fundo imobiliário XPCI11 encerrou junho com reserva acumulada de correção monetária de R$ 5,86 milhões, ou R$ 0,67 por cota, cota patrimonial de R$ 87,11 e base de 83.392 cotistas.
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SNEL11: China acelera transição energética e amplia espaço para renováveis
A China decidiu elevar o ritmo da transição energética e tornou obrigatórias as metas de expansão das fontes renováveis até o fim da década. A medida fortalece a perspectiva de crescimento do setor solar e eólico no mundo, movimento acompanhado por investidores de fundos como o SNEL11, especializado em ativos de geração de energia limpa.
Pelo novo planejamento, o país pretende aumentar em cerca de 53% a produção de energia proveniente de fontes renováveis até 2030. A meta é fazer com que a geração limpa alcance um volume equivalente a 1,8 bilhão de toneladas de carvão, ante aproximadamente 1,18 bilhão registradas em 2025.
Para atingir esse objetivo, o governo chinês prevê acelerar a instalação de novos parques solares e eólicos, expandir a infraestrutura de armazenamento de energia e ampliar a capacidade de geração destinada aos horários de maior consumo do sistema elétrico.
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