HGRU11, GARE11, SNAG11 e AZPL11 são destaques do Bom Dia FIIs (27/8)

HGRU11, GARE11, SNAG11 e AZPL11 são destaques do Bom Dia FIIs (27/8)
HGRU11, GARE11, SNAG11 e AZPL11 são destaques do Bom Dia FIIs (27/8) (Foto: Pexels/Emin Alper)

Os fundos imobiliários HGRU11, GARE11, SNAG11 e AZPL11 são os destaques do Bom Dia FIIs desta quinta-feira (27). Na quarta-feira (26), o Índice de Fundos de Investimentos Imobiliários (IFIX) encerrou o pregão aos 3.697,78 pontos, com queda de 0,08%, equivalente a um recuo de 2,93 pontos em relação ao fechamento anterior, de 3.700,71 pontos.

Entre os fundos mais negociados, o MXRF11 terminou estável, com volume de 1,92 milhão de cotas negociadas. O GGRC11 caiu 0,66%, com 1,37 milhão de cotas negociadas, enquanto o CPTS11 subiu 0,81%, com volume de 1,13 milhão de cotas.

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HGRU11 aprova oferta bilionária e define condições da 7ª emissão

Quanto investir no FII GARE11 para receber R$ 1.000 por mês?
SNAG11 gera R$ 11,5 mi em julho e se aproxima de 140 mil cotistas
AZPL11 paga dividendos com DY de 1,01% e reorganiza carteira de crédito

Confira os destaques do mercado de fundos imobiliários:

HGRU11 aprova oferta bilionária e define condições da 7ª emissão; veja detalhes

O fundo imobiliário HGRU11 definiu as condições de sua 7ª emissão de cotas, que terá montante inicial de até R$ 1,1 bilhão. A oferta prevê a distribuição inicial de 8.580.343 novas cotas, ao preço de R$ 128,20 cada, e será destinada a investidores profissionais.

Sobre o preço de emissão incide uma taxa de distribuição primária de R$ 0,06 por cota, o que eleva o preço de subscrição a R$ 128,26. Segundo HGRU11, o valor de emissão foi definido com base no valor patrimonial das cotas no último dia útil do mês anterior à divulgação do anúncio de início da oferta.

A operação poderá ser ampliada em até 15% por meio de lote adicional, o equivalente a até 1.287.051 cotas, ou cerca de R$ 165 milhões. Se o lote for usado integralmente, a emissão pode alcançar 9.867.394 novas cotas e movimentar aproximadamente R$ 1,265 bilhão, sem considerar a taxa de distribuição. A oferta será conduzida sob o regime de melhores esforços de colocação e admite distribuição parcial.

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Quanto investir no FII GARE11 para receber R$ 1.000 por mês?

Quanto seria preciso investir no fundo imobiliário GARE11 para receber R$ 1.000 por mês em dividendos? A resposta depende da média de rendimentos do fundo e da cotação atual, e antes de chegar a ela vale entender como o FII funciona.

O GARE11 é um fundo imobiliário de tijolo do segmento de renda urbana, característica que vem dos seus imóveis físicos, com receita gerada pela locação ou pela eventual venda desses ativos. A gestão é da Guardian Gestora e a administração da BRL Trust DTVM, com taxa que vai de 0,95% a 1,01% ao ano.  

Os rendimentos mensais vêm, predominantemente, da locação de imóveis de renda urbana enquadrados na política de investimento do fundo. O GARE11 soma 547,1 mil cotistas e participação de 1,609% no IFIX, com patrimônio de R$ 2,63 bilhões e valor de mercado de R$ 2,39 bilhões. O valor patrimonial por cota está em R$ 9,11, ante P/VP de 0,91, e a liquidez média diária fica em R$ 8,73 milhões.

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SNAG11 gera R$ 11,5 mi em julho e se aproxima de 140 mil cotistas

O fiagro SNAG11 manteve em julho a distribuição de R$ 0,12 por cota, em linha com a geração de resultados da carteira. O fundo registrou resultado de R$ 0,129 por cota no mês, suficiente para cobrir o pagamento aos investidores e ainda reforçar a reserva de resultados.

Ao todo, o fundo distribuiu R$ 10,73 milhões aos cotistas. Com a diferença entre o resultado gerado e o valor distribuído, foram adicionados R$ 0,8 milhão à reserva, que encerrou o período em R$ 0,103 por cota. A receita distribuível alcançou R$ 12,5 milhões em julho. Após despesas de R$ 0,96 milhão, relacionadas principalmente a taxas e custos operacionais, o resultado final ficou em R$ 11,54 milhões.

Considerando a cotação de mercado, a distribuição de R$ 0,12 por cota representa um dividend yield anualizado de 15,6%. A gestão destacou que as reservas seguem em níveis considerados confortáveis. O desempenho ocorreu em um cenário de carteira de crédito ainda com inadimplência zerada. 

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AZPL11 paga dividendos com DY de 1,01% e reorganiza carteira de crédito

AZPL11 distribuiu R$ 0,075 por cota em dividendos referentes a julho, valor que equivale a um dividend yield (DY) de 1,01% no mês. Os dados constam no relatório gerencial divulgado na terça-feira (25).

O rendimento manteve o patamar dos meses anteriores. No período, o AZPL11 registrou rentabilidade de 1,01%, equivalente a 11,60% ao ano, sobre a cota negociada na B3 a R$ 7,45 no fechamento de 31 de julho. A principal movimentação do mês foi a reorganização da carteira de crédito, que recuou para 52% do patrimônio. Segundo a gestora, a redução decorre do desmonte de uma estrutura de operações compromissadas contratada anteriormente, e não de venda de ativos. 

A carteira crédito soma R$ 187,6 milhões, com taxa média de CDI+2,75% e IPCA+10,90% ao ano, duration de 1,8 ano e 88% dos papéis indexados ao CDI. O fundo gerido pela AZ Quest possui um portfólio híbrido de galpões logísticos e ativos de crédito imobiliário.

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Você investe bem em fiis? Um consultor Suno pode te mostrar caminhos que talvez você não conheça.
foto: Marcelo Monteiro
Marcelo Monteiro

Formado pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em 1996, Marcelo Monteiro tem três décadas de carreira como jornalista. No currículo, inclui passagens e colaborações em veículos como Zero Hora, Correio Braziliense, Valor Econômico, InfoMoney, Gazeta Mercantil, Placar, Diário Catarinense, Fut!, Hoje em Dia e Diário de S.Paulo. É autor dos livros "U-507 - O submarino que afundou o Brasil na Segunda Guerra Mundial" (2012) e "U-93 - A entrada do Brasil na Primeira Guerra Mundial" (2014). Dirigiu os documentários "Delírios - Filosofia e reflexão no túnel da morte" (2021) e "Além do Limite - Quando a meta é sobreviver" (2022)

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