Dividendos do BRCR11: veja quanto o FII vai pagar em maio
O fundo imobiliário BRCR11 anunciou a distribuição de R$ 0,41 por cota em rendimentos, mantendo o mesmo valor pago de forma recorrente desde junho de 2025.
A data-base para recebimento dos dividendos do BRCR11 foi 8 de maio de 2026. Assim, terá direito ao rendimento os investidores posicionados até o encerramento desse pregão.
Para os investidores aptos a receberem, o pagamento dos rendimentos do BRCR11 será realizado em 15 de maio de 2026, referente à competência de abril de 2026.
Levando em conta a cotação de fechamento de abril em R$ 47,28, o dividendo representa um Dividend Yield mensal aproximado de 0,87%.
Objetivo e estratégia do BRCR11
O fundo imobiliário BRCR11, constituído em junho de 2007, é um dos maiores FIIs listados na bolsa brasileira, com foco em escritórios de lajes corporativas geradores de renda em grandes centros comerciais.
A gestão adota uma abordagem ativa de investimentos, voltada à estabilidade da renda por meio de renegociações, modernizações dos ativos e reciclagem estratégica do portfólio.
Na receita por classe de ativos, 93% da receita contratada do FII BRCR11 é proveniente de imóveis classe AAA, 5% classe A e 2% classe B.
Regionalmente, o portfólio está concentrado em:
- São Paulo (59% da receita contratada), com ativos como Diamond Tower, Eldorado Business Tower, EZ Towers e Sucupira;
- Rio de Janeiro (41%), com CEO Office, Montreal, MV9, Senado e Torre Almirante.
A vacância financeira em março de 2026 foi de 8,8% sobre a receita potencial do fundo BRCR11 enquanto a vacância física atingiu 11,1% da ABL, abaixo do mês anterior.
No período, foi concluída nova locação na Torre Almirante, correspondente a 1.246 m², ocupados pelo escritório Siqueira Castro.
Ao final de abril, a área disponível estava distribuída da seguinte forma:
- Torre Almirante: 10.224 m²
- MV9: 2.758 m²
- Eldorado: 1.030 m²
- EZ Towers: 1.243 m²
- Sucupira: 753 m²
Entre os principais locatários do BRCR11 estão Petrobras (18%), Samsung (8%), Amil (6%), Cargill (5%), INPI (4%) e Sanofi (3%), enquanto os demais representam 56% da receita.